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Balan

December 29, 2003

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Haver

December 29, 2003

O Kuwait, eterno aliado dos americanos,

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Os melhores discos de m

December 25, 2003

A Songlines

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Os melhores discos de m

December 25, 2003

Global Rhythm

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LISTA DE VENDAS DA DISTRIBUIDORA MEGAM

December 23, 2003

A partir deste m

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OUMOU SANGARE em novo voo pela Europa

December 22, 2003

Depois de ter estado afastada dos palcos europeus durante sete anos, Oumou Sangar

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BUENA VISTA SOCIAL CLUB: o regresso a Omara

December 22, 2003

Omara Portuondo, a voz feminina de Buena Vista Social Club, terminou as grava

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ALI FARKA TOUR

December 22, 2003

Ali Farka Tour

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Lista de vendas da loja Mundo da Can

December 20, 2003

1. FAUSTO - “A

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OS MELHORES

December 18, 2003

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OS MELHORES

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As Cr

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Carlos Guerreiro em Forma

December 16, 2003

Hoje, durante a actua

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Rock In Rio global

December 16, 2003


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Os melhores concertos de 2003

December 15, 2003


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Encontros Cr

December 11, 2003

No pr

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Os melhores discos de m

December 10, 2003

A revista brit

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Marroquina AMINA ALAOUI, hoje

December 9, 2003

Amina Alaoui

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KLEZMATICS: alegria rabina

December 5, 2003

Sons em Tr�nsito, Teatro Aveirense, 29NOV03

De vez em quando, excelentes m�sicos t�m direito a fazer disparates. Os Klematics cometeram tal acto, recentemente, ao gravar o tema meio gospel �I Ain�t Afraid�, em mem�ria do 11 de Setembro. N�o � que o motivo e a letra da can��o n�o sejam nobres - �I ain�t afraid of your Allah(…), I�m afraid of what you in the name of god�, mas os arranjos s�o uma verdadeira xaropada. � a veia gay de Lorin Sklamberg no seu melhor. Mas gosto imenso deste tipo, � parte dos seus tiques afeminados (que at� acabam por ter uma certa gra�a). � um excelente acordeonista e um dos principais motores criativos dos Klezmatics. Posto isto, que dizer da actua��o desta calejada banda klezmer nova iorquina? Fabulosa nos momentos mais festivos. Meio chatinha nas baladas interpretadas por Lorin e nos devaneios religiosos. Ia com um certo p� atr�s relativamente aos Klezmatics, pois a �nica vez que os vi ao vivo foi h� cerca de cinco anos atr�s (n�o estive no Cais do G�s h� 3 anos), durante a apresenta��o do �lbum �The Well�, de parceria com a diva israelita Chava Albertstein. A� haviam sido mornos, morn�ssimos. Cabaret da coxa a mais.
Em Aveiro, (como em Lisboa, segundo coment�rios que ouvi) mostraram todos os dotes que se lhe reconhecem: a energia da festividade casamenteira has�dica, interpretada por reputados m�sicos da escola �downtown� nova iorquina. �Man In The Hat�, logo de in�cio, tema de abertura do melhor �lbum dos Klezmatics (�Jews With Horns� - 94), foi um bom prenuncio para a cavalgada que se seguiu e que empolgou toda a assist�ncia para hora e meia de celebra��o. Bonita a forma como o p�blico do Teatro Aveirense chamou a banda ao palco para os encores: entoando os �oi oi ois� t�picos da klezmer festivaleira em �Tepel�.
Os metais de Matt Dariau e de Frank London enchem todo o palco. N�o s� pela for�a e virtuosismo dos instrumentistas, mas pela forma de estar em palco. Matt, embora mais recatado, � extremamente eficiente e virtuoso. Sinta-se a eleg�ncia do clarinete baixo em �Perents-Tants� em despique com o trompete de London. Ele que � uma das figuras mais fascinantes do universo das m�sicas do mundo e que det�m larga maioria do capital de carisma dos Klezmatics. N�o s� em palco, tocando trompete com uma m�o e teclados com outra, como fora dele, sobretudo ao falar de forma mais expressiva na m�mica, do que na fon�tica. Lisa Gutkin, violinista, � outro dos principais polos en�rgicos. A sua extrema boa disposi��o e solos flamejantes h� muito que j� fizeram esquecer Alicia Svigals. Magn�ficos. Venham c� mais vezes.

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SUSHEELA RAMAN: entre o c�u e o inferno

December 5, 2003

Sons em Tr�nsito, Teatro Aveirense, 29NOV03

Estiveram duas Susheelas Ramans distintas em palco. Uma et�rea de voz l�mpida e deslumbrante, quando resgata os espirituais indianos. Uma outra terrena, roqueira e assaz vulgar, quando investe pela vertente pop/rock ocidental (de torcer o nariz a temas como �Woman� e � vers�o de Tim Buckley de �Song To the Siren� que, felizmente, n�o foi interpretada). Se, durante o festival, assistimos a boa parte de projectos bem melhores ao vivo do que em disco (Ojos de Brujo s�o o exemplo mais gritante), na actua��o de Susheela deu-se o inverso. N�o � que os m�sicos sejam maus, antes pelo contr�rio. Sam Mills, desde os 23 Skidoo, passando pelo projecto do indiano Paban das Baul e pelos Tama do Guineense Toumani Diakit�, � um dos m�sicos de fus�o que mais admiro. O baixo de Hilaire Prenda � tamb�m ele todo muito compassado e incisivo, fazendo lembrar o toque peculiar de Jah Wobble. O percussionista guineense, Djanuno Dabo (antigo companheiro de inf�ncia de Manecas Costa nos Africa-Livre e actual membro de Tama), � eficaz, apesar da sua sonoridade algo fr�gil, que tem mais a ver com a delicadeza da kora do que com a for�a bruta dos djembes. Possui um talento vocal escondido que foi utilizado somente uma vez no bel�ssimo �Sarasa�. Este homem devia ir mais vezes l� para a frente, assumir parte das despesas. Evoca as fus�es norte-sul bem sucedidas, entre a sueca Ellika Frisell e Solo Cissokho, ou entre este m�sico senegal�s e a norueguesa Kirsten Braten Berg.
Ambos exibiram uma certa agilidade sonora, vagueando por ritmos dub, ambientes klezmer, pela beleza ac�stica da sonoridade mandinga e pelas levitantes ragas (infelizmente a sonoridade de c�tara indiana era pr�-gravada e repetitiva).
Se Susheela se tivesse limitado � fus�o �ndia � Universo Mandinga, talvez tivesse tirado melhor proveito da sua actua��o e causado bem melhor impress�o. S� que, Susheela investiu por v�rias vezes por universos mais sinuosos, com poses de vocalista de banda de hard rock, totalmente desajustadas para com a m�sica que interpreta. Nesses momentos, sentia-se que n�o tinha banda para o som que ambicionava apresentar. Aqui, o colectivo revelava todas as suas fragilidades. Al�m de se notar a aus�ncia de um baterista (onde estavas Tony Allen?), ou de uma percuss�o mais forte (Dhol do Punjabi, por exemplo), faltavam tamb�m os metais e as guitarras estridentes (onde estavas Albert Kuvezin?). Levam trabalho de sobra para casa.

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KIMMO POHJONEN: Clube de combate

December 4, 2003

Sons em Tr�nsito, Teatro Aveirense, 28NOV03

O in�cio n�o poderia ser mais prometedor. Uma viagem de cerca de meia-hora ao centro da terra, � gal�xia mais pr�xima, ao fundo do oceano. Composi��es sobre compisi��es que davam a sensa��o de se tratar de um espect�culo “ad infinitum”, sem pausas. A m�sica (?) que sai do fole crom�tico, amplificado e “loopado”, “samplado” e percutido pelo island�s Samuli Kosminen � feita de contrastes, como o universo visto pela sabedoria oriental milenar que ambos parecem advogar, ou n�o fossem trajados como verdadeiros samurais, sem sabre. A sua m�sica (?), dizia, oferece-nos o c�u e as trevas, granadas e cravos, o sol e a lua, a inquieta��o e a tranquilidade, a tradi��o e a improvisa��o, o yin e o yang. � feita de terrorismo sonoro e de harmonia, de momentos de uma interpreta��o plena de virtuosismo da folk finlandesa, que descamba de imediato em ru�do s�nico e em vozes possu�das por dem�nios, amplificadas por espasmos f�sicos do m�sico que tornam a sua actua��o t�o arrebatadora quanto arriscada. Se h� algum nome para descrever viol�ncia f�sica, sonora e visual, esse nome j� sabem qual �. A sua irrever�ncia, enorme capacidade em andar como um trapezista numa corda sobre um abismo, traz-nos ao nosso imagin�rio o momento em que num long�nquo ano de 80 e tal, Adolfo Lux�ria Canibal rasga inconscientemente com uma l�mina uma das pernas. Com Kimmo n�o foi t�o grave. No entanto, n�o evitou uma les�o no tornozelo que o impediu de realizar espect�culo seguinte em Moscovo. No site dele l�-se: “Dec 6: Moscow Russia - B2 (cancelled due to injury)”.
Mas um concerto de Kimmo Pohjonen � muito mais do que ver um experimentador do acorde�o secundado por um manipulador sonoro. O som “surround” e o jogo de luzes adquirem especial import�ncia. Os strobes apontados � assist�ncia violentam-nos. Sentimo-nos como se estiv�ssemos a desfrutar de um espect�culo de Fura dels Baus (o “Suz o Suz” na Estufa Fria). Leva-se com visceras e mais visceras na cara, ficamos com a roupa toda molhada, mas sa�mos dali satisfeitos. Kimmo n�o vai t�o longe. Mas a sua atitude em palco, combinado com os sons que extrai do seu acorde�o e os efeitos visuais, proporcionam-nos a sensa��o de termos sido linchados, sem necessidade de limparmos um pingo de sangue ou de reparar uma costela que seja. Quando � que � o pr�ximo combate?

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WORLD MUSIC CHARTS EUROPE (DEZEMBRO 2003)

December 3, 2003

1 - LAUGHTER THROUGH TEARS
Oi Va Voi, UK (Outcaste)

2 - BOWMBOI
Rokia Traore, Mali (Tama)

3 - BOOMERANG
Daara-J, Senegal (BMG)

4 - VOZ D’AMOR
Cesaria Evora, Cape Verde (Lusafrica)

5 - OUMOU
Oumou Sangare, Mali (World Circuit)

6 - ELECTRIC GYPSYLAND
Various Artists, Romania/various (Crammed)

7 - ZION ROOTS
Abyssinia Infinitive, Ethiopia/USA (Network Medien)

8 - SERIOUS
Da Lata, UK (Palm Beats)

9 - PARAISO DI GUMBE
Manecas Costa, Guinea Bissau (BBC Late Junction)

10 - FESTIVAL AU DESERT
Various Artists, various (Creon)

11 - FERNANDA PORTO
Fernanda Porto, Brazil (Trama)

12 - BOBAN I MARKO
Boban Markovic Orkestar, Serbia (Piranha)

13 - CONGO LIFE
Kekele, Kongo (Stern’s)

14 - LA SEMILLA ESCONDIDA
Sergent Garcia, France (Labels)

15 - TRANSFORMATIONS
Manos Hadjidakis, Greece (Sirius)

16 - FOLY
Habib Koite & Bamada, Mali (Contre Jour)

17 - DJANGOVISION
Romane, France (Iris Music)

18 - ANDE LINDRI
Romano Drom, Hungary (Daqui)

19 - KORA JAZZ TRIO
Kora Jazz Trio, various (Celluloid)

20 - CONTRASTS
Marcos Valle, Brazil (Farout)

Fonte: WMCE

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