November 27, 2004

Para agu
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
November 27, 2004
::PUB::
::PUB::
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
A festa em casa da Raquel
November 19, 2004
As Cr
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
[entrevista] Warsaw Village Band: a barb?rie da Mas?via
November 15, 2004

A Warsaw Village Band ? uma das maiores sensa??es da folk do Mar B?ltico da actualidade. Passaram pelo FMM de Sines em Julho passado e, h? poucos dias, lan?aram o seu terceiro ?lbum, “Uprooting” (distribuido em Portugal pela Megam?sica). ? prov?vel que o sexteto polaco regresse ao nosso pa?s, em Mar?o de 2005, para se apresentar ou em Lisboa ou no Porto. Para j?, fiquem com excertos da entrevista ao violinista Wojtek Krzak. Amanh? publicarei o texto integral.
Tradi??o Musical na Mas?via
Toda a m?sica m?sica na Mas?via ? proveniente dos tempos medievais, mas os interpretes s?o cat?licos ortodoxos. Nunca pensaram em paganismo.
A vida social nesta terra era muito dura. A Mas?via sempre foi uma das partes mais pobres da Pol?nia. Por isso ? que a sua m?sica ? t?o dura e t?o b?rbara. As pessoas n?o tinham dinheiro nem oportunidade para ver se deslocar e para ver o mundo al?m Mas?via. Inevitavelmente, era uma sociedade fechada. ? por isso que temos nesta ?rea uma tradi??o ? base do violino e da percuss?o porque eram os instrumentos mais baratos.
Na Mas?via, em celebra??es como casamentos, o mais importante era o violino. Toda a gente podia tocar ritmos b?sicos de percuss?o. N?o era t?o importante porque toda a gente sabia como tocar.
Apenas vejo influencias medievais nesta m?sica. O mesmo acontecia com o baixo. O ritmo era simples.
O Mar B?ltico
Sempre houve muita influ?ncia da Su?cia na Pol?nia, devido ?s sucessivas guerras entre ambas as partes. H? seiscentos ou setecentos anos atr?s, um ex?rcito sueco ocupou parte da actual Pol?nia escutou a m?sica da Mas?visia e introduziram algumas das suas dan?as na Su?cia. ? por isso que os suecos t?m na Su?cia a Polska [que quer dizer polaco na l?ngua sueca]. H? uma hist?ria incr?vel de invernos muito rigorosos. Nessa altura, o mar B?ltico encontra-se completamente gelado e as pessoas caminham atrav?s do gelo. No meio do mar B?ltico foi constru?do um bar que recebia pessoas oriundas de ambas as margens que cantavam e tocavam. Facto que explica toda essa troca de influ?ncias.
?White Voice?
A ?White Voice? ? a forma mais natural de canto na Pol?nia oriunda das montanhas. Toda a gente consegue cantar assim, seja na montanha ou na plan?cie. ? a maneira mais f?cil de cantar. E a mais popular. Tem ? de ser cantado bem alto e bem projectado.
Tocar simples e de forma intensa
Por vezes, quando oi?o Ali Farka Tour? a tocar njarka, isto ?, um instrumento simples de apenas uma corda, sinto-o como se fosse o Jimi Hendrix. N?o ? preciso adicionar mais nada ao seu instrumento, ? forma como toca. Esta ? a maior for?a da Warsaw Village Band. Tocamos instrumentos esquecidos como a Suka polaca.
A Promo??o via BBC e WOMEX
O pr?mio da BBC foi para n?s uma agrad?vel surpresa e, sobretudo, uma boa forma de promo??o. Foi como uma porta de entrada para o resto do mundo, tal como a poss?bilidade de tocarmos no WOMEX, Nunca pensamos em ser estrelas da ?world music?, em tocarmos em grandes festivais. H? bandas que n?o tocam muito bem, mas tem um bom ?background?. N?s estamos no in?cio. Agora temos mais chances de tocar em v?rias partes do mundo.
Popularity: 10% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
[entrevista] Warsaw Village Band: a barb�rie da Mas�via
November 15, 2004

A Warsaw Village Band � uma das maiores sensa��es da folk do Mar B�ltico da actualidade. Passaram pelo FMM de Sines em Julho passado e, h� poucos dias, lan�aram o seu terceiro �lbum, “Uprooting” (distribuido em Portugal pela Megam�sica). � prov�vel que o sexteto polaco regresse ao nosso pa�s, em Mar�o de 2005, para se apresentar ou em Lisboa ou no Porto. Para j�, fiquem com excertos da entrevista ao violinista Wojtek Krzak. Amanh� publicarei o texto integral.
Tradi��o Musical na Mas�via
Toda a m�sica m�sica na Mas�via � proveniente dos tempos medievais, mas os interpretes s�o cat�licos ortodoxos. Nunca pensaram em paganismo.
A vida social nesta terra era muito dura. A Mas�via sempre foi uma das partes mais pobres da Pol�nia. Por isso � que a sua m�sica � t�o dura e t�o b�rbara. As pessoas n�o tinham dinheiro nem oportunidade para ver se deslocar e para ver o mundo al�m Mas�via. Inevitavelmente, era uma sociedade fechada. � por isso que temos nesta �rea uma tradi��o � base do violino e da percuss�o porque eram os instrumentos mais baratos.
Na Mas�via, em celebra��es como casamentos, o mais importante era o violino. Toda a gente podia tocar ritmos b�sicos de percuss�o. N�o era t�o importante porque toda a gente sabia como tocar.
Apenas vejo influencias medievais nesta m�sica. O mesmo acontecia com o baixo. O ritmo era simples.
O Mar B�ltico
Sempre houve muita influ�ncia da Su�cia na Pol�nia, devido �s sucessivas guerras entre ambas as partes. H� seiscentos ou setecentos anos atr�s, um ex�rcito sueco ocupou parte da actual Pol�nia escutou a m�sica da Mas�visia e introduziram algumas das suas dan�as na Su�cia. � por isso que os suecos t�m na Su�cia a Polska [que quer dizer polaco na l�ngua sueca]. H� uma hist�ria incr�vel de invernos muito rigorosos. Nessa altura, o mar B�ltico encontra-se completamente gelado e as pessoas caminham atrav�s do gelo. No meio do mar B�ltico foi constru�do um bar que recebia pessoas oriundas de ambas as margens que cantavam e tocavam. Facto que explica toda essa troca de influ�ncias.
�White Voice�
A �White Voice� � a forma mais natural de canto na Pol�nia oriunda das montanhas. Toda a gente consegue cantar assim, seja na montanha ou na plan�cie. � a maneira mais f�cil de cantar. E a mais popular. Tem � de ser cantado bem alto e bem projectado.
Tocar simples e de forma intensa
Por vezes, quando oi�o Ali Farka Tour� a tocar njarka, isto �, um instrumento simples de apenas uma corda, sinto-o como se fosse o Jimi Hendrix. N�o � preciso adicionar mais nada ao seu instrumento, � forma como toca. Esta � a maior for�a da Warsaw Village Band. Tocamos instrumentos esquecidos como a Suka polaca.
A Promo��o via BBC e WOMEX
O pr�mio da BBC foi para n�s uma agrad�vel surpresa e, sobretudo, uma boa forma de promo��o. Foi como uma porta de entrada para o resto do mundo, tal como a poss�bilidade de tocarmos no WOMEX, Nunca pensamos em ser estrelas da �world music�, em tocarmos em grandes festivais. H� bandas que n�o tocam muito bem, mas tem um bom �background�. N�s estamos no in�cio. Agora temos mais chances de tocar em v�rias partes do mundo.
Popularity: 11% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
As Dan?as Ocultas no Pulo do Lobo
November 12, 2004
Desde o in?cio se percebeu que, ao recuperarem a concertina, as Dan?as Ocultas iriam dignificar o instrumento. Dar-lhe o valor que merece. ? de homem. Fazer apenas e s? m?sica a partir deste instrumento e explorar, consequentemente todas as suas caracter?sticas, como se fosse um construtor que sabe qual o tipo de pele e de madeira a utilizar. Exercitar o som do ar do fole como se fosse percutido. Integrar uma concertina-baixo constru?da para o efeito. Vaguear por um repert?rio universal, que tanto tem de tradicional como de cl?ssico ou pop. Que tanto soa a Portugal, como a Norte da Europa, Norte de ?frica ou Am?rica Latina.
Ao elegerem o italiano Riccardo Tesi como uma das suas influ?ncias ? que boa mem?ria tenho de um espect?culo deste italiano com o franc?s Patrick Vaillant no Ra?zes do Atl?ntico e do consequente bel?ssimo texto de Fernando Magalh?es ? as Dan?as Ocultas, mais do que tentar reinventar qualquer legado tradicional, assumem-se como alquimistas na arte do improviso. ? semelhan?a dos polacos Kroke e de outros colectivos n?rdicos (Accordion Tribe oblig?), s?o mestres na arte de jogar com a imprevisibilidade, com o espa?o e com o meio ambiente. Com a suavidade e a for?a, com o sil?ncio e a cacofonia (se bem que quase nunca cheguem a este extremo), a tristeza e a alegria, o ser introspectivo e o ser expansivo. Todas as semelhan?as e os contrastes do universo numa ambival?ncia perfeita extra?da dos foles.
?Pulsar? ? muito mais do que ?Ar? (o seu anterior registo). ? pular o Pulo do Lobo, com todos os riscos inerentes. ? saber dar um salto seguro para a frente, sabendo o ch?o em que se vai pisar. ?, de facto, um regresso extremamente feliz este das Dan?as Ocultas. De longe, o melhor ?lbum do quarteto de concertinas de ?gueda. Espero que desta vez n?o os comparem aos Madredeus. Quem o voltar a fazer, nunca conseguir? perceber que as Dan?as Ocultas fizeram mesmo um grande e distinto disco. E que ? o ?nico projecto da folk lusitana, al?m int?rpretes de fado, com a consist?ncia necess?ria para poder varrer a maior parte dos festivais de folk e de jazz da Europa e restante mundo ocidental.
[continua]
Popularity: 24% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
As Dan�as Ocultas no Pulo do Lobo
November 12, 2004
Desde o in�cio se percebeu que, ao recuperarem a concertina, as Dan�as Ocultas iriam dignificar o instrumento. Dar-lhe o valor que merece. � de homem. Fazer apenas e s� m�sica a partir deste instrumento e explorar, consequentemente todas as suas caracter�sticas, como se fosse um construtor que sabe qual o tipo de pele e de madeira a utilizar. Exercitar o som do ar do fole como se fosse percutido. Integrar uma concertina-baixo constru�da para o efeito. Vaguear por um repert�rio universal, que tanto tem de tradicional como de cl�ssico ou pop. Que tanto soa a Portugal, como a Norte da Europa, Norte de �frica ou Am�rica Latina.
Ao elegerem o italiano Riccardo Tesi como uma das suas influ�ncias � que boa mem�ria tenho de um espect�culo deste italiano com o franc�s Patrick Vaillant no Ra�zes do Atl�ntico e do consequente bel�ssimo texto de Fernando Magalh�es � as Dan�as Ocultas, mais do que tentar reinventar qualquer legado tradicional, assumem-se como alquimistas na arte do improviso. � semelhan�a dos polacos Kroke e de outros colectivos n�rdicos (Accordion Tribe oblig�), s�o mestres na arte de jogar com a imprevisibilidade, com o espa�o e com o meio ambiente. Com a suavidade e a for�a, com o sil�ncio e a cacofonia (se bem que quase nunca cheguem a este extremo), a tristeza e a alegria, o ser introspectivo e o ser expansivo. Todas as semelhan�as e os contrastes do universo numa ambival�ncia perfeita extra�da dos foles.
�Pulsar� � muito mais do que �Ar� (o seu anterior registo). � pular o Pulo do Lobo, com todos os riscos inerentes. � saber dar um salto seguro para a frente, sabendo o ch�o em que se vai pisar. �, de facto, um regresso extremamente feliz este das Dan�as Ocultas. De longe, o melhor �lbum do quarteto de concertinas de �gueda. Espero que desta vez n�o os comparem aos Madredeus. Quem o voltar a fazer, nunca conseguir� perceber que as Dan�as Ocultas fizeram mesmo um grande e distinto disco. E que � o �nico projecto da folk lusitana, al�m int�rpretes de fado, com a consist�ncia necess�ria para poder varrer a maior parte dos festivais de folk e de jazz da Europa e restante mundo ocidental.
[continua]
Popularity: 24% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
[audioblog] R
November 6, 2004
As Cr
Popularity: 8% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
Danças Ocultas - o ensaio, a noite do Forum Lisboa e o disco
November 5, 2004



Popularity: 7% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
Sons Em Tr
November 3, 2004

Afel Bocoum
Jim Moray, El Bicho, Tuxedomoon, Omara Portuondo e Afel Bocoum s
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
Parab
November 2, 2004

Sem ele o fen
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!
BBC Radio 3 - Awards for World Music 2005. E os nomeados s
November 2, 2004
J
Popularity: 4% [?]
If you enjoyed this post, make sure you subscribe to my RSS feed!







Recent Comments