Terra Pura 30 de Setembro, 1 e 2 de Outubro
September 30, 2006
Zero - Sábados - 12h / 14h e Segundas 17h / 19
Rádio Universitária do Minho (Braga) - Sábados - 13h / 15h
Química (Cascais)- Domingos 13h / 15h
Antena Miróbriga (Santiago do Cacém) - Domingos 22h / 24
Emissão de 30 de Setembro, 1 e 2 de Outubro
Hora do Norte:
TANYA TAGAQ GILLIS (Canadá) - “Still” (álbum “Sinaa”)
MARI BOINE (Noruega) - “Davvi Bávttiin / On the Feels of the North” (álbum “Iddjagiedas / In The Hand of the NIght”)
MARI BOINE (Noruega) - “Áfruvvá / The Mermaid” (álbum “Iddjagiedas / In The Hand of the NIght”)
GJALLARHORN (Finlândia) - “Kokkovirsi” (álbum “Rimfaxe”)
GJALLARHORN (Finlândia) - “Blacken” (álbum “Rimfaxe”)
ACCORDION TRIBE (EUA / Finlândia / Suécia / Áustria / Eslovénia) - “Nat nr. 7″ (álbum “Lunghorn Twist”)
MOTION TRIO (Polónia)- “Carrousel” (álbum “Play Station”)
DANÇAS OCULTAS (pt)- “Moda Assim ao Lado” (álbum “Pulsar” - reedição)
DANÇAS OCULTAS (pt)- “Queda d’Água” (álbum “Pulsar” - reedição)
FALTRIQUEIRA (Es / Galiza)- “Ven Bailar” (álbum “Efffecto”)
ACTORES ALIDOS (Itália / Sardenha) - “A Baddá” (álbum “Canti delle Donne Sarde”)
ACQUARAGIA DROM (Itália) - “Saltarello Neofaro” (álbum “Mister Romanó”)
BELA LAKATOS & THE GYPSY YOUTH PROJECT (Hungria) - “” (álbum “Introducing”)
Hora do Sul:
BUENA VISTA SOCIAL CLUB (Cuba) - “Candela” (Compilação “World Circuit Presents”)
BUENA VISTA SOCIAL CLUB (Cuba) - “Chan Chan” (Compilação “World Circuit Presents”)
ORLANDO CACHAÍTO LÓPEZ (Cuba) - “Tumbanga” (Compilação “World Circuit Presents”)
ANGÁ DÍAZ (Cuba) - “A Love Supreme” (Compilação “World Circuit Presents”)
ORCHESTRA BAOBAB (Senegal) - “El Son Te Llama” (Compilação “World Circuit Presents”)
ALI FARKA TOURÉ & TOUMANI DIABATÉ (Mali) - “Du Du” (Compilação “World Circuit Presents”)
AFEL BOCOUM (Mali) - “Fafaye Yo” (Compilação “World Circuit Presents”)
MUSTAPHA BAQBOU (Marrocos) - “Yumala” (Compilação “World Circuit Presents”)
DIDI MINT ABBA (Mauritânia) - “Song 4″ (Compilação “World Circuit Presents”)
ABDEL GADIR SALIM (Sudão) - “Mal Wa Ihtagab” (Compilação “World Circuit Presents”)
Hora das Vozes da Terra Pura
Quimica (Cascais)- Domingos 15h / 16h
Zero - Domingos - 22h/23h
Antena Miróbriga (Santiago do Cacém) - Sextas 23h / 24
Recuperação da entrevista gravada a JOSÉ ADELINO BARCELÓ de CARVALHO, a.k.a. BONGA KWENDA, gravada em Julho deste ano.
[por razões de ordem de espaço no servidor que alberga este site, não é possível disponibilizarmos os ficheiros áudio desta emissão. Se desejar ter acesso a estas três horas de emissão pode contactar o realizador: reiluis2001[at]yahoo.com]
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10 anos de GALANDUM GALUNDAINA celebram-se em Bragança
September 26, 2006
Os GALANDUM GALUNDAINA celebram, no próximo dia 4 de Outubro, no Teatro Municipal de Bragança, dez anos de existência com um concerto que se prevê memorável. Nessa noite, o projecto transmontano de PAULO PRETO e dos irmãos PAULO, MANUEL e ALEXANDRE MEIRINHOS, “advertidamente Mirandês que no contexto geográfico nos leva para a grande tradição Ibérica e que nada tem a ver com as fronteiras políticas”, irá aproveitar a festa de aniversário para gravar o espectáculo em vídeo (para posterior edição comercial em DVD). Um espctáculo que servirá não só para mostrar as afinidades da música mirandesa com outras regiões (sobretudo Leão e Castela) do centro / norte de Espanha, como também de pretexto para exibir as várias tonalidades do riquíssimo folclore transmontado. PAULITEIROS DE MIRANDA, CARETOS DE PODENSE, PACO DIEZ e, provavelmente, MALCOLM McMILLAN vão juntar-se a esta celebração. A entrada é gratuita.
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se eu tivesse uma Netlabel editava…
September 26, 2006
…um álbum dos TOQUES DE CARAMULO, o novo disco da LULA PENA, um EP de PARTIZAN, mais um EP de LUFA LUFA, outro EP de MIRANDUM, umas remisturas electrónicas de SEGUE-ME À CAPELA, um álbum ao vivo de COMVINHA TRADICIONAL, outro registo “live” de TOQUE DE CAIXA, mais umas gravações “em directo” de MANDRÁGORA com o novo baixista, os DJUMBAI JAZZ na sua vertente mais “gumbe-beat”, o KIMI DJABATÉ com dois balafons e uma kora… desde que os músicos deixassem, claro.
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Terra Pura 23, 24 e 25 de Setembro
September 22, 2006
Zero - Sábados - 12h / 14h e Segundas 17h / 19
Rádio Universitária do Minho (Braga) - Sábados - 13h / 15h
Quimica (Cascais)- Domingos 13h / 15h
Antena Miróbriga (Santiago do Cacém) - Domingos 22h / 24
Emissão de 23, 24 e 25 de Setembro
Hora do Norte:
BRIGADA VICTOR JARA + JANITA SALOMÉ (Pt) - “Romance de Dona Mariana” (álbum “Ceia Louca”)
BRIGADA VICTOR JARA + MANUELA AZEVEDO (Pt) - “Tirioni” (álbum “Ceia Louca”)
CARLOS MEDEIROS - “Caracol” (álbum “O Cantar Na M’incomoda”)
BRIGADA VICTOR JARA + LENA d’ÁGUA (Pt) - “La Lloba Parda” (álbum “Ceia Louca”)
BERROGÜETTO (Es / Galiza)- “Xente” (álbum “10.0″)
LUAR NA LUBRE + CIDA AIRAM (Es / Galiza / Brasil)- “Teu Nome, Amarante” (álbum “Saudade”)
REALEJO (Pt)- “Cirandeiro / Mirandum” (não editado)
REALEJO + LÚCIA MONIZ (Pt) - “A Moura” (não editado)
RICCARDO TESI & BANDITALIANA (Itália) - “Scapoli” (álbum “Lune”)
ENZO FAVATA (Itália / Sardenha) - “Contami Unu Contu” (álbum “Voyage En Sardaigne”)
ACTORES ALIDOS (Itália / Sardenha) - “Iscutade” (álbum “Canti Delle Donne Sarde”)
ENZO FAVATA (Itália / Sardenha) - “Murra / Maestrale” (álbum “Voyage En Sardaigne”)
ACTORES ALIDOS (Itália / Sardenha) - “Cantu a Ballu” (álbum “Canti Delle Donne Sarde”)
Hora do Sul:
MARIA GASOLINA (Finlândia) - “Baby” (álbum “Se Jokin”)
MARIA GASOLINA (Finlândia) - “Vana Auto” (álbum “Se Jokin”)
MARIA GASOLINA (Finlândia) - “Kunnon Papupata” (álbum “Se Jokin”)
FORRO IN THE DARK + SEU JORGE (EUA / Brasil) - “Suor de Pele Fina” (álbum “Forro In the Dark”)
SEU JORGE (Brasil) - “Sufragette City” (álbum “The Life Aquatic”)
SEU JORGE (Brasil) - “Rebel Rebel” (álbum “The Life Aquatic”)
FORRO IN THE DARK (Brasil) - “Xote das Meninas” (álbum “Forro In the Dark”)
DJ DOLORES e APARELHAGEM (Brasil) - “Ciranda da Madrugada” (álbum “DJ Dolores e Aparelhagem”)
MAWACA + MAURÍCIO BUSSAB (Brasil) - “Roxinha da Sanabria” (álbum “Mawaca Remix”)
MAWACA + ANDRÉ ABUJAMRA (Brasil) - “Suuret Ja Soriat” (álbum “Mawaca Remix”)
MARIA GASOLINA (Finlândia) - “Tietan Valo” (álbum “Se Jokin”)
DENGUE FEVER (Cambodja) - “We Were Gonna” (compilação “Rough Guide To Planet Rock”)
RYUKYU UNDERGROUND (EUA / Okinawa)- “Agarijo” (álbum “Ryukyu Underground”)
CHEIKO MORI (Japão) - “Kimono Dance” (álbum “Katyou Fuugetsu”)
Hora das Vozes da Terra Pura
Quimica (Cascais)- Domingos 15h / 16h
Zero - Domingos - 22h/23h
Por razões de ordem técnica, não foi possível transmitir as “Vozes da Terra Pura” no passado domingo na Quimica FM. Por isso e dado que o concerto de DAZKARIEH foi adiado para o próximo Sábado, dia 30 (nos Jardins do Mosteiro dos Jerónimos), mantenho em alinhamento a entrevista a VASCO CASAIS, JOANA NEGRÃO e LUÍS PEIXOTO que antecipam a divulgação do terceiro ábum dos DAZKARIEH - “Incógnita Alquimia”.
[por razões de ordem de espaço no servidor que alberga este site, não é possível disponibilizarmos os ficheiros áudio desta emissão. Se desejar ter acesso a estas três horas de emissão pode contactar o realizador: reiluis2001[at]yahoo.com]
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DAZKARIEH adiam concerto de apresentação de “Incógnita Alquimia”
September 21, 2006
O concerto de apresentação agendado para este sábado, dia 23, às 21h30, no Mosteiro dos Jerónimos/Museu Nacional de Arqueologia, foi adiado em virtude das condições climatéricas registadas hoje no centro e sul do país. Recorde-se que é um espectáculo ao ar livre e o Instituto de Metereologia prevê a continuação de chuva e vento forte durante este fim-de-semana .
A nova data é sábado, 30 de Setembro, à mesma hora, no mesmo local. De referir ainda que, antes deste espectáculo, os DAZKARIEH efectuam dois showcases em FNACs de Lisboa:
Domingo, 24 de Setembro - FNAC Colombo – 17h00
Quarta-feira, 27 Setembro - FNAC Chiado – 18h30
Os 14 leitores das Crónicas da Terra que participaram na competição DAZKARIEH têm entrada garantida para assistir a este espectáculo de apresentação oficial de “Incógnita Alquimia”.
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[competição] Ganhe bilhetes para TORA TORA BIG BAND no Clube Mercado
September 21, 2006
Mais logo, por volta da meia-noite, o Clube Mercado em Lisboa recebe a grande orquestra de etno-jazz dançável TORA TORA BIG BAND. Um colectivo de 12 músicos provenientes de várias parte do globo: MIGUEL GONÇALVES (Trompete - Brasil), JOHANNES KRIEGER (Trompete / Compositor / arranjador - Alemanha), ZÉ MARIA (Saxofone Alto e tenor - Portugal), GUTO LUCENA (Saxofone Barítono e tenor - Brasil), LARS ARENS (Trombone / compositor / arranjador - Alemanha), CLAUS NYMARK (Trombone - Dinamarca), PETER WETHERILL (Trombone - Estados Unidos), FILIPE RAPOSO (Piano - Portugal), FRANCESCO VALENTE (Baixo - Itália), HUGO MENEZES (Percussão - Portugal), ANDRÉ PACHECO “JUNIOR” (Percussão - Portugal), DAVIDE RODRIGUES (Bateria- Portugal).
Juntos, apresentam um cardápio vitaminado, onde o jazz é o ponto de partida para múltiplas incursões pelo globo (África negra, Arábias, Caraibas) em diálogos com funk, trance, reggae, dub, drum’nbass, repletos de swing.
As Crónicas da Terra oferecem cinco convites para o concerto de hoje no Clube Mercado. Digam-nos qual o fruto que inspirou a designer que fez a capa do primeiro disco da TORA TORA BIG BAND: “Tora Tora”. Enviem-nos as respostas até às 19 horas de hoje para o email reiluis2001 [at] yahoo.com.
Amanhã, sexta-feira (dia 22) não devem também perder a noite afro-beat no Clube Mercado com CACIQUE 97 e TCHAKARE KANYEMBE.
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Agora escolha: GALANDUM GALUNDAINA no Festival do Sol no Montijo e DANÇAS OCULTAS no Seixal
September 20, 2006

GALANDUM GALUNDAINA + PAULITEIROS DE MIRANDA| (C) Mário Pires
Há mais um festival folk na Península de Setúbal. Depois do Festival de Expressões Ibéricas de Alcochete (que vai já na sua quarta edição), há agora o Festival do Sol organizado pelo Município do Montijo. Evento que se realiza entre os dias 29 de Setembro e 1 de Outubro com música e uma série de actividades paralelas.
O arranque dá-se com uma tertúlia sobre “Músicas de Raiz” no Cine-teatro Joaquim d’Almeida com dois pesos-pesados da divulgação da folk no país vizinho: IÑAKI PEÑA (do programa de rádio “Trebede” da RNE 3) e ANGEL GOYANES (Director da Revista “Interfolk”)
À noite, os PAULITEIROS DE MIRANDA e os GALANDUM GALUNDAINA oferecem-nos uma arruada (saída na Cine-Teatro em Direcção à Praça da República) e um concerto (já na Praça da República).
No dia 30, o Cine-teatro Joaquim de Almeida recebe os projectos espanhóis VINO DE LA CASA (de JOSÉ IGNACIO TOQUERO, com cantigas de Castela e da Cantábria) E TARANTELA (de danças tradicionais da Europa e das Américas, como polcas, valsas, rodas)
No festival do Sol haverá também Tai-chi, Hora do conto, atelier de danças e de expressão dramática para crianças. Programa completo no fórum das Crónicas.

DANÇAS OCULTAS | (C) Mário Pires
DANÇAS OCULTAS NO SEIXAL
No dia 29 de Setembro, à mesma hora de actuação de GALANDUM GALUNDAINA na Praça da República (Montijo), o projecto de concertinas DANÇAS OCULTAS (de ARTUR FERNANDES) apresenta o seu mais recente disco “Pulsar” (que acaba de ser recentemente reeditado) no Fórum Cultural do Seixal. Escolha difícil para quem vive na “margem sul”.
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[Competição DAZKARIEH] Ganhe bilhetes para o concerto de apresentação de “Incógnita Alquimia” no Mosteiro dos Jerónimos
September 19, 2006

Os DAZKARIEH de VASCO CASAIS, LUÍS PEIXOTO, BALTAZAR MOLINA e JOANA NEGRÃO, acabam de editar o terceiro disco de originais “Incógnita Alquimia”. Disco que será apresentado oficialmente ao vivo, já no próximo sábado, dia 23, no Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa.
As Crónicas da Terra têm 10 bilhetes individuais para oferecer aos 10 primeiros leitores que nos enviarem uma proposta com um alinhamento de 10 temas para uma hipotética compilação dos DAZKARIEH.
As respostas devem ser dadas no sistema de comentários desta posta até às 13h do dia 22 de Setembro.
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Terra Pura 16, 17 e 18 de Setembro: TARTIT, ELECTRIC GYPSYLAND 2, DAZKARIEH
September 15, 2006
Zero - Sábados - 12h / 14h e Segundas 17h / 19
Rádio Universitária do Minho (Braga) - Sábados - 13h / 15h
Quimica (Cascais)- Domingos 13h / 15h
Antena Miróbriga (Santiago do Cacém) - Domingos 22h / 24
Emissão de 16, 17 e 18 de Setembro
Hora do Norte:
MIRANDUM (Pt) - “Primabera” (demo)
MIRANDUM (Pt)- “Fi la cama na Moreira” (demo)
CÉLIO PIRES (Pt)- “Las Hourtinhas” (álbum “Molinos de L Brosque”)
GALANDUM GALUNDAINA (Pt)- “Chin Glin Din” (álbum “Modas I Anzonas”)
LÚMEN (Pt)- “Airiños” (álbum “Fogo Dançante”)
XURXO ROMANÍ (Espanha - Galiza) - “Tangaraño (Fanny+Alexander Remix)” (álbum “Mandranugalla”)
VILLAGE KOLLEKTIV (Polónia / Bulgária) - Pusto (álbum “Motion Rootz Experimental 2006″)
FORTY THIEVES ORKESTAR + MAHALA RAÏ BANDA (Roménia) - “The Man Who Drinks” (álbum “Electric Gypsyland 2″)
SHANTEL + TARAF DE HAÏDOUKS (Roménia) - Duba Duba Si Hora (álbum “Electric Gypsyland 2″)
SHUKAR COLLECTIVE (Roménia) - “Shub” (álbum “Urban Gypsy”)
TUNNG + TARAF DE HAÏDOUKS (Roménia) - Homecoming (álbum “Electric Gypsyland 2″)
ANIMAL COLLECTIVE + KOÇANI ORKESTAR (Macedónia) - Oi Bore Sujie (álbum “Electric Gypsyland 2″)
MOTION TRIO (Polónia)- You Dance (álbum “Play Station”)
Hora do Sul:
TARTIT (Tuargues do Mali) - “Al Afete” (álbum “Abacabok”)
TARTIT (Tuargues do Mali) - “Abacabok” (álbum “Abacabok”)
MARIEM HASSAN (Sara Ocidental) - “Jelefne Bi Salam” (álbum “Deseos”)
TARTIT (Tuargues do Mali) + AFEL BOCOUM - “Achachore I Chachare Akale” (álbum “Abacabok”)
ETRAN FINATAWA (Mali) - “Maleele” (álbum “Introducing Etran Finatawa”)
MUSICIANS OF THE NILE (Egipto) - “Allah Lilek Malu Nahar” (álbum “Down By The River”)
MERCAN DEDE (Turquia)- “Dem” (álbum “Breath”)
EL BICHO (Espanha)- “La Toba” (álbum “El Bicho II”)
FAIZ ALI FAIZ ENSEMBLE, DUNDEQUE, MIGUEL POVEDA, CHICULELO (Paquistão / Espanha) - “Allah Hu” (Álbum “Qawwali Flamenco”)
FARIDA (Iraque) - “You Occupy My Thoughts” (álbum “Departure: Iraqi Songs of Love and Longing”)
Hora das Vozes da Terra Pura
Quimica (Cascais)- Domingos 15h / 16h
Zero - Domingos - 22h/23h
VASCO CASAIS, JOANA NEGRÃO e LUÍS PEIXOTO antecipam a divulgação do terceiro ábum dos DAZKARIEH - “Incógnita Alquimia” - que será apresentado ao vivo no Mosteiro dos Jerónimos, no dia 23 de Setembro.
[por razões de ordem de espaço no servidor que alberga este site, não é possível disponibilizarmos os ficheiros áudio desta emissão. Se desejar ter acesso a estas três horas de emissão pode contactar o realizador: reiluis2001[at]yahoo.com]
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Novo disco da BRIGADA editado em Outubro
September 15, 2006
Parece que é desta. Depois de um processo quase tão complexo de finalização do próximo disco dos REALEJO, uma das maiores instituições da música tradicional portuguesa, BRIGADA VICTOR JARA, vai finalmente editar o seu novo álbum de originais, que terá selo Universal e chegará às lojas no dia 16 de Outubro.
O novo disco apresenta um lote notável de convidados: CRISTINA BRANCO, JANITA, JORGE PALMA, LENA D’ÁGUA (que canta a moda mirandesa “La Lhoba Parda”), VITORINO, MANUELA AZEVEDO dos CLÃ, CARLOS DO CARMO, CARLINHOS MEDEIROS (que re-grava dois temas tradicionais da Terceira, como o incontornável “Caracol” e uma lenga-lenga que o músico açoriano já registou no seu único disco a solo editado em 1998, “O Cantar Na M’Incomoda”), TOMÁS PIMENTEL, ANDRÉ SOUSA MACHADO e FERNANDO MEIRELES.
MANUEL ROCHA, violinista da BRIGADA VICTOR JARA será um dos próximos convidados do programa de Rádio realizado por este escriba, Vozes da Terra Pura.
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[entrevista SARA TAVARES]: Orgulho Crioulo
September 14, 2006
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(c) Jurrien Wouterse
Nasceu em Portugal, mas é 100% africana. Fillha de pais cabo-verdianos, cresceu e foi educada pelos avós. Tornou-se figura pública por ter ganho aos 16 anos o concurso televisivo “Chuva de Estrelas” e por ter colaborado com vários músicos de grande exposição mediática como a ALA DOS NAMORADOS (em “Solta-se o Beijo”). Tem já três discos gravados. “Balancé” é a pérola maior que reflecte a persistência de quem acredita no “trabalho pelo trabalho”. Um disco que balança entre duas culturas, feito de inúmeros afectos e cumplicidades.
SARA TAVARES é, talvez, a única artista portuguesa que não canta fado e que já conquistou os placos internacionais. Da Europa à América e à Ásia. A concorrida agenda fala por si. É a negra (coisa rara!) que dá a cara a uma massiva campanha publicitária de um banco português. É a artista que os portugueses bem conhecem da televisão, mas que não conhecem da obra maior “Balancé”.
Há dias, Pedro Rolo Duarte, comentava no DN (a propósito dos “cavalos” oferecidos com os jornais) que os portugueses eram o povo da Europa que mais dicionários com letra “A” coleccionavam, porque o primeiro fascículo é sempre grátis. As Crónicas da Terra desejam que os cidadãos que habitam o nosso país possam conhecer mais temas de “Balancé”, para além de “Bom Feeling”. Tema que é oferecido em CD single nessa instituição bancária, ao fazermos uma simulação de crédito para compra de casa.
Já agora SARA, que tal retirares o “Bom Feeling” do teu My Space e colocares temas como “Ess Amor”, “One Love” ou “Planeta Sukri” ?
Deixo-vos com parte da entrevista realizada no programa de rádio Terra Pura, há cerca de dois meses atrás.
A tua história de vida é um pouco atribulada. De qualquer forma conseguiste encontrar forças para te afirmares para sobressaíres.
Acho que não foi muito consciente essa questão da afirmação. Mais uma questão de viver e de me expressar. Sempre amei essa expressão de “ser da música”. Sempre me acompanhou desde miúda. Tinha os ouvidos aguçados para ouvir música. Adorava. Depois foi um processo de olhar para as coisas com olhos de ver, inclusive para mim mesma.
Vemos grande parte desta segunda geração de filhos de imigrantes que cresceram em Portugal a sentir uma certa falta de identidade e a revoltarem-se contra os pais e contra a nossa sociedade. Mas aquilo que sobressai da tua música e do teu discurso é sempre uma mensagem positiva, calorosa. Onde é que vais buscar essa energia positiva que te impede de também seres uma pessoa revoltada?
Os poemas que ponho nos discos já são coisas filtradas. Também tenho os meus momentos de revolta, de baixa auto-estima. Acho que aqueles que, como eu, são africanos e nasceram e Portugal precisam muito de fazer subir a sua auto-estima, sobretudo os que são filhos de pais separados. Os miúdos estão muito sozinhos. Há a massificação da cultura pela MTV e pela rádio, que não é a nossa. Olhamos para nós e verificamos que não somos iguais a eles. Isto é uma coisa que se passa com os filhos de pais africanos e não só. Passa-se com o povo português em geral e com a África Lusófona. A auto-estima é muito baixa por que não há referências nossas na comunicação social em geral que sejam celebradas, exaltadas. Da minha parte, acho que tenho os valores com os quais fui educada. A minha avó transmitiu-me valores muito interessantes: o trabalho pelo trabalho, o ser humano pelo ser humano, independentemente da sua origem e da sua aparência. Também sou uma pessoa com uma formação cristã, que acredita no amor ao próximo.
És uma cristã praticante?
Não sei o que isso quer dizer.
Fazes a tua oração diariamente?
Sim. Não tenho rituais específicos. Tenho uma relação com Deus bastante viva.
Sentes Deus dentro de ti…
…dentro, fora, à volta, em todas as coisas bonitas e em todos os desafios do dia-a-dia. Sinto que a minha questão de crença tem a ver que a minha passagem neste mundo é uma escola de evolução e uma ponte para me levar à minha raiz que é Deus.
Relativamente aos músicos de origem africana da tua geração que nasceram ou vivem em Portugal e que se têm afirmado internacionalmente, vemos que a Mariza que se dedicou ao fado. Já tanto Lura como a Nancy Vieira (ainda não é conhecida internacionalmente mas para lá caminha) afirmam-se mais pelo lado da tradição cabo-verdiana. Tu estás aqui um pouco no meio, no lado mestiço. É esta música mestiça que faz com que sejas tu própria?
Tem a ver com o partilhar daquilo que eu sou. Mais do que partilhar uma bandeira. Não há patriotismo em mim porque daí teria de escolher entre Portugal e Cabo Verde e o caso ficaria mal parado. Prefiro congregar essas duas riquezas minhas (culturalmente) que se cruzam entre si. Há muitas outras coisas que são transversais à cultura crioula e à cultura portuguesa. Toda a história em comum. Sou uma jovem e detecto à minha volta uma identidade muito especial que nasce do cruzamento entre duas culturas, que nasce da imigração, dos filhos de segunda geração e da diáspora africana em Portugal. Achei pertinente falar e celebrar isso, mais do que celebrar uma tradição que eu não conheço, que eu não vivi, seja ela cabo-verdiana ou portuguesa. Cresci em Portugal a ouvir música soul americana e pop inglesa na rádio. Porque foi aquilo que sempre nos deram. Porque a música portuguesa (e todas as outras) sempre foi segregada para um cantinho. Não tive essa escola e não me sentiria muito bem a defendê-la. Se bem que nos últimos anos tenho ido muito beber à folk de Cabo Verde e tenho integrado isso na minha forma de expressão, de tocar guitarra, de compor. Mas pretendo sempre fazê-lo à minha maneira, mesmo para exaltar perante as pessoas da minha idade, que estão na minha situação, que é bom sermos como somos. Não temos de ser mais cabo-verdianos e menos portugueses, nem vice-versa. Só temos de ser 100% nós mesmos.
O que é que aconteceu entre o primeiro disco e o segundo em que fizeste uma pesquisa da música de África (não apenas cabo-verdiana)?
Ouvi muita coisa. Tudo o que não era americano conhecia quase zero. Houve um crescer, olhar para o espelho, detectar em mim uma “africanidade” mais pela genética, pela forma como gingava, como fazia ritmos. Estava muito apaixonada pela percussão nessa altura. Uma coisa levou à outra.
Como é que entraste em contacto com o congolês LOKUA KANSA que acabou de produzir o segundo disco?
Muito simples. Ouvi um disco dele e gostei imenso. Na altura já tinha estado em Inglaterra e nos Estados Unidos a fazer pré-produção e a compor com alguns compositores de lá. Andava à procura de um produtor e não estava satisfeita porque achava que ninguém entendia aquilo que queria fazer: uma coisa que tivesse afro mas que fosse situado no mundo…
… um afro-europeu a partir de Lisboa?
Sim. Então, não encontrei essa consciência na América e em Inglaterra. O LOKUA embora não seja um africano da lusofonia é um africano que vive em Paris, é um homem virado para fora, extremamente enraizado na cultura congolesa, mas que experimenta muito. A música dele é de fusão, muito aberta. Ouvi um disco dele e amei-o. Entrámos em contacto com ele. Foi super simples e acessível. Mostrou-se super-cativado em trabalhar comigo e aí compusemos juntos e fizemos um disco.
Entre o segundo disco e o “Balancé” há um hiato de uns seis anos. Foi o tempo de efectuares uma nova introespecção, uma nova pesquisa pela música africana?
Desta vez não tanto da música africana, do que me rodeava, mas daquilo que estava cá dentro. Optei por fazer a pré-produção sozinha porque queria mesmo saber o que é que se passava cá dentro. Tinha andado a receber estímulos de fora, queria partilhar aquilo que era o meu âmago, para não me parecer a mim própria “Maria-vai-com-as-outras”. Queria provar a mim mesma que não estava a seguir uma tendência, porque a “world music” tem sido uma tendência difícil de resistir nos últimos anos. Um escape àquilo que é o “mainstream”.
Há também muita “mainstream” na “world music”. Esta designação é um “selo” que permite vender determinados artistas que não são anglo-saxónicos.
Quando falo em “mainstream”, falo em “top 10”. No que passa na MTV. Estes seis anos serviram para me agarrar à guitarra. Sou uma tocadora muito rudimentar. Com todo o meu tempo e o meu vagar, este tempo serviu para juntar acordes, juntar poemas e falar dessa identidade interior, pessoal.
“Balancé” é também um álbum de afectos com várias pessoas, de várias áreas. Isto é Lisboa. Sítio onde podes contactar com brancos, negros, mestiços, que tocam fado, dança, funk, hip hop. É essa a mais-valia da miscigenação?
Lisboa para mim é uma cidade fantástica. Adoro viver aqui. Há esses encontros constantes. No caso do “Balancé” foram encontros com quem tinha uma relação de alma, com a qual me identificava muito e achei ali uma oportunidade. Achei que havia ali um espaço para elas se expressarem também. Que havia ali algo em comum e queria muito falar dessa coisa do “comum”. A lusofonia é um jogo de cumplicidades entre vários tons da maneira de ser português. Achei e acho que fora de Portugal o que se conhece mais do nosso país é sempre aquela coisa mais temática do fado, do “português branco”. Quis mostrar que Portugal é bem mais do que isso, que é um universo muito vasto.
Lá fora, anunciam-te muitas vezes como uma artista cabo-verdiana. Muitas vezes também dizem que és uma artista portuguesa…
Sim. Muitas vezes anunciam-me como artista portuguesa. Eles ficam confusos com essa questão da dupla culturalidade. Muita gente não conhece a história da lusofonia. Olham para mim, sou negra de cor, a minha música esteticamente é bem mais africana do que portuguesa. Onde detectas o português é nas letras. Ainda assim há muitas canções escritas em calão, há muita gíria de influência africana. Sou uma africana em Portugal, mas sou 100% geneticamente africana. Acho que isso sobressai bastante na minha música. A terem de me idenficar com algum lado, acabam por dizer que sou africana de segunda geração. Mas também há muitas situações em que me apresentam como portuguesa e o público aparece lá à espera de uma mulher de xaile a cantar fado. Deparam ali com uma africana à frente deles. Ficam curiosos. Aproveito para partilhar esta nossa realidade diferente.
[1ª parte]
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Folktulha 2006 com “Prata” da casa
September 13, 2006
Num ano em que não há Trebilhadouro, o Município de Vale de Cambra volta a receber uma nova edição (a terceira) do Festival de Música Ibérica da Casa da Tulha que se realiza na frequesia de Cepelos, já nos próximos dias 22, 23 e 24 de Setembro. O agora designado Folktulha 06, é organizado conjuntamente pela Associação Cultural e Recreativa Cepelense e pela Colectividade para o Desenvolvimento Integral de Gatão e apresenta quatro nomes que tiveram em intensa actividade em festivais de música tradicional de média dimensão durante este Verão.
O certame é inaugurado no dia 22 pelo interessante projecto do Distrito da Guarda CHUCHURUMEL, seguindo-se uma das novas (e grandes) promessas da música tradicional feita no nosso país: os conimbricences DIABO A SETE.
No dia seguinte, o alemão (com espírito irlandês) PADDY B e os seus CELTIC EXPRESS, repartem o palco da Casa da Tulha com o projecto folk-rock GINGA de Coimbra.
Paralelamente, realiza-se um Mercado Antigo que se estende pelo dia 24 de Setembro.
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[competição] Ganhe bilhetes para Quinteto Violado
September 13, 2006
Esta quinta-feira, a Sala 2 da Casa da Música recebe, às 23 horas, o QUINTETO VIOLADO.
Formação que surgiu em 1971 na região de Pernambuco e que traçou um novo caminho para a MBP.
CHICO SCIENCE (que Deus o tenha em bom lugar) considerava o QUINTETO VIOLADO “profissionais da arte musical. São contemporâneos, são maravilhosos. (…) Pra mim é uma banda clássica, faz parte da minha discoteca básica. (…)”.
“Diante da indecisão no cenário da música nacional, após a irrupção do movimento tropicalista, o QUINTETO VIOLADO apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, através de trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, originários da região Nordeste do Brasil.
Conseguindo extrair das mais simples manifestações populares a sua essência rítmica e melódica, o grupo criou uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interacção entre o erudito e o popular, sem desfiguração, reafirmando a ideia de que toda a arte é sempre a universalização do popular. Com excepcional criatividade e talento, o QUINTETO VIOLADO, no seu disco de estreia, talvez nem sequer imaginasse que, muito mais que uma nova roupagem orquestradora, estava a produzir a semente de uma mudança no modo de sentir e expressar a música brasileira.”
Temos cinco entradas individuais para oferecer aos leitores das Crónicas da Terra. Para isso, enviem-nos um e-mail [reiluis2001 – at – yahoo.com] até amanhã, às 10h, com a resposta à seguinte pergunta:
- Qual a capital da região brasileira de Pernambuco, onde CHICO SCIENCE foi o percursor da movimentação “mangue beat”?
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[competição] Ganhe bilhetes para TIMBILA MUZIMBA
September 12, 2006
Já passaram por Portugal por diversas vezes. TIMBILA MUZIMBA “é uma orquestra musical de jovens músicos e bailarinos Moçambicanos do bairro do Jardim, nos arredores da cidade de Maputo. Os Timbila Muzimba têm vindo a visualizar a possibilidade de combinar instrumentos musicais, ritmos e melodias tradicionais com contemporâneos.
A orquestra de xilofones dos VaChopi, povo que habita o sudoeste de Moçambique - mais propriamente na província de Inhambane -, é designada por timbila‑plural de m’bila (xilofone). Ao som da orquestra de timbila, os bailarinos fazem mover freneticamente o muzimba - corpo. Há uma estreita ligação entre kusinha - o dançar - e kuveta - o tocar da música Chopi - havendo espaço para uma comunicação entre os solistas das duas partes.
«Por Conta Própria» é o CD que os Timbila Muzimba gravaram em Portugal, em finais de 2003, resultado da digressão realizada no âmbito do movimento Identidades - intercâmbio artístico.”
Amanhã actuam na Casa da Música do Porto. Temos cinco entradas individuais para sortear pelos leitores que respondam acertadamente ao nome do projecto de parceria com um músico galego que os TIMBILA MUZIMBA apresentaram este ano no nosso país.
Deverão enviar as vossas respostas até às 23h59 de hoje para: reiluis2001[at]yahoo.com
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Terra Pura 9, 10 e 11 de Setembro: folk europeu, ciganos italianos, áfrica lusófona e entrevista a UXU KALHUS
September 7, 2006
Depois de um interregno de cerca de um mês a Terra Pura regressa às rádios. A partir desta emissão, o programa passa a ser emitido na Quimica FM (105.4 mhz) que abrange os concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra, Lisboa, Almada, Seixal e Sesimbra (ouve-se bem na Lagoa de Albufeira).
Zero - Sábados - 12h / 14h e Segundas 17h / 19
Rádio Universitária do Minho (Braga) - Sábados - 13h / 15h
Quimica (Cascais)- Domingos 13h / 15h
Antena Miróbriga (Santiago do Cacém) - Domingos 22h / 24
Emissão de 9, 10 e 11 de Setembro
Hora do Norte:
ABNOBA (Itália) - Abnoba (álbum “Abnoba”)
ACQUARAGIA FROM (Itália)- Mister Romanó (álbum “Mister Romanó”)
ACQUARAGIA FROM (Itália)- ‘O Sarracino “Zigano” (álbum “Zingari”)
ACQUARAGIA FROM (Itália)- Saltarello Neforaro (álbum “Mister Romanó”)
‘ZUF DE ZUR (Itália)- Na Juris (álbum “Partigiani”)
IVO PAPASOV (Bulgária) - “Fairgound” (álbum “Fairgound”)
KAL + RAMBO AMADEUS (Sérvia) - Komedija (álbum “Kal”)
VILLAGE KOLLEKTIV (Polónia / Bulgária) *- Niwa (álbum “Motion Rootz Experimental 2006″)
HURDY GURDY (STEFAN BRISLAND-FERNER e TOTTE MATTSSON) (Suécia) - Honspolka (álbum “Prototyp”)
UXU KALHUS (Pt)- Faca e Alguidar (álbum “A Revolta dos Badalos”)
MOÇOILAS (Pt)- Senhores (álbum “Qu’é Que Tens a Ver Com Isso?”)
GAITEIROS DE LISBOA (Pt) - Se Fores ao Mar Pescar (álbum “Sátiro”)
CARLOS MEDEIROS (Pt - Açores - Terceira)- Rema (álbum “O Cantar Na M’incomoda”)
RONDA DA MADRUGADA (Pt - Açores - Santa Maria)- Grilo Trovador (álbum “Longa Viagem”)
KOKOPELLI (Reino Unido) - Walk On Grass
* Projecto de três membros da WARSAW VILLAGE BAND
Hora do Sul:
MAYRA ANDRADE (Cabo Verde) - Comme S’IL En Pleuvait (álbum “Navega”)
JON LUZ + NANCY VIEIRA (Cabo Verde)- (álbum “Farrópe D’Poesia”)
WALDEMAR BASTOS (Angola)- Água do Bengo (álbum “Renascence”)
BONGA (Angola)- Ghinawa (álbum “Angola 74″)
GERALDO PINO & THE HEARTBEATS (Serra Leoa) - (Compilação “Rough Guide West African Gold”)
SEUN KUTI & EGYPT 80 - Mosquito Song (Nigéria) (Compilação “FMM Sines 2006″)
ORCHESTRE BAKA GBINÉ (Camarões) - Bosenga (álbum “Gati Bongo”)
SUPER SWEET TALKS (Gana) - The Lord’s Prayer (Compilação “Rough Guide West African Gold”)
THOMAS MAPFUMO & THE BLACKS UNLIMITED - Hadmibotya (zimbabué) (álbum “Rise Up!”)
LUDOVICO EUNAUDI + BALLAKÉ SISSOKO (Itália / Mali)- Chameaux (álbum “Diario Mali”)
TRILOK GURTU + FRIKYWA FAMILY (Índia / Étnia Mandinga)- Kalpana (álbum “Farakala”)
VOZES DA TERRA PURA
Para além destas duas horas de divulgação musical, a Terra Pura tem agora uma terceira hora com um convidado. Esta semana tivémos em estúdio PAULO PEREIRA e CELINA DA PIEDADE que falaram sobre o disco de estreia dos UXU KALHUS - “A Revolta dos Badalos” acabado de ser editado pela Hepta Trad.
Neste momento, esta programa de entrevista é emitido na Rádio Zero (domingos, entre as 22h e as 23h) e na Quimica FM (domingos, entre as 15h e as 16h), devendo ser emitido a muito curto prazo na RUM e na Antena Miróbriga.
[por razões de ordem de espaço no servidor que alberga este site, não é possível disponibilizarmos os ficheiros áudio desta emissão. Se desejar ter acesso a estas três horas de emissão pode contactar o realizador: reiluis2001[at]yahoo.com]
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Polaroids Avante #2: no Inferno também se dança
September 5, 2006


Os cristãos mais ortodoxos do passado foram conhecidos por queimarem instrumentos (como o hardingfele noruguês ou o tambor xamânico dos lapões) e de proibirem certo tipo de danças mais populares sob o pretexto de essas serem formas de expressão do diabo. Ainda hoje, nas aldeias mais conservadoras de Portugal, há quem se assuste com o nome desta formação constituída por ANDRÉ VENTURA, JOÃO VENTURA, MÁRIO ESTANISLAU, VITOR FÉLIX (gaitas-de-foles transmontanas) e TIAGO PEREIRA (Percussão). Os RONCOS DO DIABO (ex-GAITAFOLIA) não fizeram nenhum pacto com Satanás, mas tocam de forma bárbara, à bruta, intensa, como se estivessem possuidos pelo espírito guerreiro de Thor. Há uma afinação soberba de quatro gaitas-de-foles transmontanas, a urgência do punk-rock, ritmos “agro-techno” que com o uso excessivo de strobs podem causar epilepsia, uma força sobrenatural que vem das entranhas da terra e que demoniza estas cinco almas, fazendo-os gritar o grito de revolta “Quero que vás foder” (dirigido à nossa classe política) ao ritmo de uma rumba galega. É caso para suplicar: “- Toquem gaiteiros que nós arderemos (no inferno)”.


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Polaroids Avante #1: “- Vocês são uns grandes malucos, não são?”
September 5, 2006

Quem os viu em cima do palco, quer com Gaiteiros de Lisboa, quer com Cristina Branco nunca imaginou que músicos tão bem compostos como Manuel Rocha (violino) e Ricardo Dias (acordeão) da Brigada Victor Jara pudessem fazer tamanha festa rija, madrugada dentro, no restaurante de Coimbra. Enquanto a maior parte daqueles que estiveram no Sábado no Avante desesperava para andar mais uns metros dentro do carro ao tentar sair da zona urbana de Amora / Seixal e ao tentar chegar a Lisboa via ponte 25 de Abril, uma minoria divertia-se em grande.Em cima de uma das mesas, não tentaram o “table dance”, mas puseram a atenta e interactiva plateia a cantar de viva voz algumas das pérolas de ZECA AFONSO (”Sete Mulheres do Minho) e do nosso cancioneiro como “São João” e Macelada”. São momentos como estes que nos marcam, que nos fazem gostar da música tradicional e deste tipo de músicos para quem o convívio com quem os escuta é mais importante do que o cheque que se recebe no fim de um concerto, do que a comodidade e o luxo do hotel onde se descansa.
No FMM de Sines, pouco depois da actuação dos arrebatadores Cordel do Fogo Encantado, Álvaro Costa em emissão em directo na Antena 1 a partir do maior festival português de “músicas do mundo” apanhou Lirinha para uma mini-entrevista e disparou o primeiro tiro: “- Tu és uma grande maluco, não és?”. Apetece perguntar ao Manuel Rocha e ao Ricardo Dias: “- Vocês são uns grandes malucos, não são?”. Oxalá este tipo de loucura seja contagiosa.
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Polaroids Avante #1: “- Vocês são uns grandes malucos, não são?”
September 5, 2006

Quem os viu em cima do palco, quer com Gaiteiros de Lisboa, quer com Cristina Branco nunca imaginou que músicos tão bem compostos como Manuel Rocha (violino) e Ricardo Dias (acordeão) da Brigada Victor Jara pudessem fazer tamanha festa rija, madrugada dentro, no restaurante de Coimbra. Enquanto a maior parte daqueles que estiveram no Sábado no Avante desesperava para andar mais uns metros dentro do carro ao tentar sair da zona urbana de Amora / Seixal e ao tentar chegar a Lisboa via ponte 25 de Abril, uma minoria divertia-se em grande.Em cima de uma das mesas, não tentaram o “table dance”, mas puseram a atenta e interactiva plateia a cantar de viva voz algumas das pérolas de ZECA AFONSO (”Sete Mulheres do Minho) e do nosso cancioneiro como “São João” e Macelada”. São momentos como estes que nos marcam, que nos fazem gostar da música tradicional e deste tipo de músicos para quem o convívio com quem os escuta é mais importante do que o cheque que se recebe no fim de um concerto, do que a comodidade e o luxo do hotel onde se descansa.
No FMM de Sines, pouco depois da actuação dos arrebatadores Cordel do Fogo Encantado, Álvaro Costa em emissão em directo na Antena 1 a partir do maior festival português de “músicas do mundo” apanhou Lirinha para uma mini-entrevista e disparou o primeiro tiro: “- Tu és uma grande maluco, não és?”. Apetece perguntar ao Manuel Rocha e ao Ricardo Dias: “- Vocês são uns grandes malucos, não são?”. Oxalá este tipo de loucura seja contagiosa.
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DAZKARIEH acabam de gravar novo disco
September 1, 2006

Os DAZKARIEH terminaram esta semana as gravações do novo disco que será editado pela Hepta Trad (etiqueta que lançou recentemente o primeiro dos dos UXU KALHUS) durante o mês de Setembro. Só falta mesmo masterizar os doze temas gravados em casa de VASCO CASAIS, tarefa que será efectuada na Suécia por gente habituada a trabalhar com GARMARNA e HEDNINGARNA.
Apesar de já terem editado os temas tradicionais “Nossa Senhora da Azenha” e “Menina Vamos à Murta” na compilação que acompanhou o lançamento do livro “Eldest”, a banda acabou por regravar esses duas canções, já com a nova vocalista JOANA NEGRÃO (que participa em todos os temas cantados).
Um álbum que promete. Há mais temas tradicionais e originais cantados em português. Há uma certa sonoridade trovadoresca / medieval em algumas canções (como a do título provisório “Estrela de Cinco Pontas”), o fortíssimo balanço da Nickelharpa de VASCO CASAIS em diálogo com o Bouzouki de LUÍS PEIXOTO, o Tar de BALTAZAR MOLINA que imprime uma maior densidade rítmica à sonoridade da banda, e as experiências sónicas já observadas nos espectáculos, quer dos DAZKARIEH, quer dos ZIGAIA (a mesma formação a interpretar danças tradicionais europeias bem conhecidas). Condimentos que prometem fazer deste próximo disco um dos mais interessantes de 2006 editados por músicos portugueses.


De referir ainda que, à semelhança do anterior registo de originais distribuído em caixa de madeira, os DAZKARIEH voltam a privilegiar o uso de materiais naturais na embalagem do próximo disco (ainda sem título) que será feita em cortiça. Para aqueles que dispensam a “obra de arte”, será possível efectuar em breve o download de alguns temas no site da banda.
O novo álbum será apresentado oficialmente no dia 23 de Setembro, no Mosteiro dos Jerónimos. Antes, haverá pre-apresentação em Montemor-o-Novo (já este fim-de-semana - dia 2) e em Vendas novas (dia 16). Segue-se, como habitualmente, uma extensa digressão com as seguintes datas:
24 Setembro – Lisboa – FNAC Colombo – 17h00
27 Setembro - Lisboa - FNAC Chiado – 18h30
29 Setembro – Gaia – FNAC Gaia – 22h – POR CONFIRMAR
1 Outubro – Porto – FNAC St.ª Catarina – 15h – POR CONFIRMAR
1 Outubro – Porto – FNAC NorteShopping – 18h30 – POR CONFIRMAR
5 Outubro – Castro Verde – Auditório Municipal – 21h30
6 Outubro – Tavira – Auditório Municipal – 21h30
7 Outubro – Lagoa – Auditório Municipal – 21h30
8 Outubro – Guia – FNAC Algarve – 17h00
14 Outubro – Évora – Espaço Celeiros – 22h
15 Outubro – FNAC Almada – 17h00
20 Outubro – Torres Vedras – Teatro Cine - 21h30
22 Outubro – FNAC Cascais – 17h00
4 Novembro – Tondela – ACERT
18 Novembro – Baixa da Banheira – Auditório
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