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	<title>Comentários em: a nova música galega, por Sara Vidal</title>
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	<description>Novas e antigas raízes da música tradicional</description>
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		<title>Por: ncampos68</title>
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		<dc:creator>ncampos68</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 01:42:37 +0000</pubDate>
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		<description>olá Sara, apenas para lhe dizer que gostei muito da sua actuação (e do seu grupo, Luar na Lubre), no InterCéltico de Sendim. Aliás, estou a ouvir o CD &quot;Camiños da fin da terra&quot;. Parabéns!
N.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá Sara, apenas para lhe dizer que gostei muito da sua actuação (e do seu grupo, Luar na Lubre), no InterCéltico de Sendim. Aliás, estou a ouvir o CD &#8220;Camiños da fin da terra&#8221;. Parabéns!<br />
N.</p>
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		<title>Por: sara vidal</title>
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		<dc:creator>sara vidal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 21:43:28 +0000</pubDate>
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		<description>A emigração galega sempre teve, e tem, tendência para se juntar em centros próprios, apoiados pela Xunta. No caso de Bruxelas, penso que até têm 2, cada um com a sua orientação política. 
E, já agora, o de Lisboa ainda está em actividade, com o Paulo Marinho nas aulas de gaita :) Se alguém estiver interessado em participar num grupo de cantareiras /pandeireteiras, que me avise, porque estamos a tentar criá-lo na Xuventude de  Lisboa.
Em relação às Ialma, elas são de origem galega e uma asturiana. Veronica Codesal, que também é vocalista nos Urban Trad, (e que nem sequer tem nacionalidade belga) é quem mais se destaca no grupo, sendo a solista em praticamente todos os temas. 
Nordestinas é, de facto, um projecto a considerar na nova música galega. Mas, desde já, deixo aqui a promessa de mais novidades em breve ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A emigração galega sempre teve, e tem, tendência para se juntar em centros próprios, apoiados pela Xunta. No caso de Bruxelas, penso que até têm 2, cada um com a sua orientação política.<br />
E, já agora, o de Lisboa ainda está em actividade, com o Paulo Marinho nas aulas de gaita <img src='http://cronicasdaterra.com/cronicas/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Se alguém estiver interessado em participar num grupo de cantareiras /pandeireteiras, que me avise, porque estamos a tentar criá-lo na Xuventude de  Lisboa.<br />
Em relação às Ialma, elas são de origem galega e uma asturiana. Veronica Codesal, que também é vocalista nos Urban Trad, (e que nem sequer tem nacionalidade belga) é quem mais se destaca no grupo, sendo a solista em praticamente todos os temas.<br />
Nordestinas é, de facto, um projecto a considerar na nova música galega. Mas, desde já, deixo aqui a promessa de mais novidades em breve <img src='http://cronicasdaterra.com/cronicas/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Luis Rei</title>
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		<dc:creator>Luis Rei</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 13:43:25 +0000</pubDate>
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		<description>Olá camarada, 

Penso que na Bélgica existe um fascínio por quase tudo o que não seja belga (claro que eles não dispensam as suas milhares de variedade de cerveja de malte). Há sete anos atrás, quando vivi em Gent durante três meses, reparei que havia em Bruxelas uma associação cultural galega (à semelhança daquela que temos junto do CM Pátria onde o Paulo Marinho dava aulas de Gaita) que tinha espectáculos com grupos galegos quase todas as semanas. Não sei se hoje essa realidade se mantém ou não (e aí a Sara é capaz de ser a melhor pessoa para falar), mas há uma abertura não só à música galega como também à música portuguesa. Enquanto lá estive vi espectáculos com fadistas que nem conhecia, travei conhecimento com uma belga que cantava fado em dutch mas que nunca editou um disco, conheci um holandês que escreveu um livro de fado em dutch (tenho esse livro em casa) e frequentei um bar muito especial também em Gent cujo o dono parecia que coleccionava Rough Guides sobre Portugal e Lisboa (para além de outros países). Passava no seu bar gravações muito antigas de fado... 

Voltando à Galiza, a região está muito bem representada nas instâncias europeias (se calhar até melhor do que Portugal). Convido-te a consultares o site da Fundacíon Galicia Europa

http://www.fundaciongaliciaeuropa.eu/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá camarada, </p>
<p>Penso que na Bélgica existe um fascínio por quase tudo o que não seja belga (claro que eles não dispensam as suas milhares de variedade de cerveja de malte). Há sete anos atrás, quando vivi em Gent durante três meses, reparei que havia em Bruxelas uma associação cultural galega (à semelhança daquela que temos junto do CM Pátria onde o Paulo Marinho dava aulas de Gaita) que tinha espectáculos com grupos galegos quase todas as semanas. Não sei se hoje essa realidade se mantém ou não (e aí a Sara é capaz de ser a melhor pessoa para falar), mas há uma abertura não só à música galega como também à música portuguesa. Enquanto lá estive vi espectáculos com fadistas que nem conhecia, travei conhecimento com uma belga que cantava fado em dutch mas que nunca editou um disco, conheci um holandês que escreveu um livro de fado em dutch (tenho esse livro em casa) e frequentei um bar muito especial também em Gent cujo o dono parecia que coleccionava Rough Guides sobre Portugal e Lisboa (para além de outros países). Passava no seu bar gravações muito antigas de fado&#8230; </p>
<p>Voltando à Galiza, a região está muito bem representada nas instâncias europeias (se calhar até melhor do que Portugal). Convido-te a consultares o site da Fundacíon Galicia Europa</p>
<p><a href="http://www.fundaciongaliciaeuropa.eu/" rel="nofollow">http://www.fundaciongaliciaeuropa.eu/</a></p>
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		<title>Por: António Pires</title>
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		<dc:creator>António Pires</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 12:30:11 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Sara e Luís,

Muito obrigado pela divulgação destes nomes, que eu não conhecia - fiquei especialmente surpreso (e curioso, claro) com o projecto Ialma, belgo-galego (ou galaico-belga), e que me colocou uma questão curiosa - o fascínio mútuo entre belgas e galegos, bem presente no grupo de folk-pop Urban Trad (e, de certa maneira, em alguns temas das Lais). Se me permitem, e da Galiza, um nome também recente a juntar a este rol: Nordestin@s...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Sara e Luís,</p>
<p>Muito obrigado pela divulgação destes nomes, que eu não conhecia &#8211; fiquei especialmente surpreso (e curioso, claro) com o projecto Ialma, belgo-galego (ou galaico-belga), e que me colocou uma questão curiosa &#8211; o fascínio mútuo entre belgas e galegos, bem presente no grupo de folk-pop Urban Trad (e, de certa maneira, em alguns temas das Lais). Se me permitem, e da Galiza, um nome também recente a juntar a este rol: Nordestin@s&#8230;</p>
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		<title>Por: Luis Rei</title>
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		<dc:creator>Luis Rei</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 11:30:59 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Rui C, 

O norte até nem é um deserto musical. Existem inúmeros grupos e uma renovação saudável de público resultante de todo o esforço efectuado pelo Contagiarte e outros espaços. Desde os nomes mais antigos - Toques de Caixa, Comvinha Tradicional, Andarilhos, Galandum Galundaina, Célio Pires, Lenga Lenga, Segue-me à Capela - a uma nova e grande fornalha de jovens músicos - Mandrágora, Mu, Pé na Terra, Arrefole, Lufa-Lufa, Partizan, Chamaste-me Ó,  Trovas ao Vento, Toques do Caramulo, Chuchurumel, Diabo a Sete, etc etc etc... o problema não está no norte mas em todo o país em geral. É muito difícil a uma nova banda do norte tocar em Lisboa e uma nova banda da capital tocar na Invicta. Os festivais não apostam muito nas jovens bandas, quem gere os teatros também não. Os bares oferecem apenas parte do que se faz na bilheteira. Sinceramente, gostava imenso de poder ver grande parte destas bandas no bar Tambor Q Fala (um dos mais próximos de minha casa), mas reconheço que aquilo que iriam ganhar com os bilhetes nem para a deslocação dá. Neste sentido a Galiza tem uma coisa óptima - o tal circuito de bares - que permite a uma banda rodar por imensos espaços e localidades. A D&#039;orfeu também está a aplicar essa ideia no centro do país. Oxalá hajam outras iniciativas do género que permitam por toda esta malta a tocar no norte e no sul do país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Rui C, </p>
<p>O norte até nem é um deserto musical. Existem inúmeros grupos e uma renovação saudável de público resultante de todo o esforço efectuado pelo Contagiarte e outros espaços. Desde os nomes mais antigos &#8211; Toques de Caixa, Comvinha Tradicional, Andarilhos, Galandum Galundaina, Célio Pires, Lenga Lenga, Segue-me à Capela &#8211; a uma nova e grande fornalha de jovens músicos &#8211; Mandrágora, Mu, Pé na Terra, Arrefole, Lufa-Lufa, Partizan, Chamaste-me Ó,  Trovas ao Vento, Toques do Caramulo, Chuchurumel, Diabo a Sete, etc etc etc&#8230; o problema não está no norte mas em todo o país em geral. É muito difícil a uma nova banda do norte tocar em Lisboa e uma nova banda da capital tocar na Invicta. Os festivais não apostam muito nas jovens bandas, quem gere os teatros também não. Os bares oferecem apenas parte do que se faz na bilheteira. Sinceramente, gostava imenso de poder ver grande parte destas bandas no bar Tambor Q Fala (um dos mais próximos de minha casa), mas reconheço que aquilo que iriam ganhar com os bilhetes nem para a deslocação dá. Neste sentido a Galiza tem uma coisa óptima &#8211; o tal circuito de bares &#8211; que permite a uma banda rodar por imensos espaços e localidades. A D&#8217;orfeu também está a aplicar essa ideia no centro do país. Oxalá hajam outras iniciativas do género que permitam por toda esta malta a tocar no norte e no sul do país.</p>
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		<title>Por: eskroke</title>
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		<dc:creator>eskroke</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 18:12:06 +0000</pubDate>
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		<description>já que o norte de portugal é um deserto...musical, juntemo-nos
a galiza...musical.

grande regresso da mercedes peon (Sihá). 
Há mais alguém na galiza a ousar dar passos gigantescos na renovação da música galega?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já que o norte de portugal é um deserto&#8230;musical, juntemo-nos<br />
a galiza&#8230;musical.</p>
<p>grande regresso da mercedes peon (Sihá).<br />
Há mais alguém na galiza a ousar dar passos gigantescos na renovação da música galega?</p>
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