Vila do Conde, extensão portuguesa do Ollin Kan
July 30, 2008
O Ollin Kan, Festival Internacional das Culturas em Resistência Ollin Kan, que se realiza anualmente na Cidade do México, acaba de se tornar itinerante e tem agora uma extensão portuguesa no município de Vila do Conde.
Entre os dias 31 de Julho e 2 de Agosto, o Cais da Alfândega (em frente à Nau) recebe dezena em meia de espectáculos de músicos portugueses, espanhóis, franceses, angolanos, malianos, venezuelanos, haitanos, indianos, etc, em dois palcos que funcionarão alternadamente das 18h00 à 01h00.
O programa é o seguinte:
Dia 31 de Julho :: Quinta Feira
Percurtir :: 18h
Portugal
Cadencia :: 19h
Andaluzia
Dazkarieh :: 20.30h
Portugal
Adjabel :: 22h
Haiti
Radaid :: 23h
México
Pibo Marquez “Manos Calientes” :: 24h
Venezuela
Dia 1 de Agosto :: Sexta Feira
Conversa Ribeira :: 18h
Brasil
MU :: 19h
Portugal
Dites 34 :: 20h
França
Atlantida :: 21h
Portugal
Leones Negros :: 22h
México
Reevel Brix :: 23h
Angola
Cheik Tidiane Seck :: 24h
Mali
Paban das Baul :: 01h
Índia
Dia 2 de Agosto :: Sábado
Banda de Tlayacapan :: 18h
México
Trio Carapiá :: 19h
Brasil
Batoto Yetu :: 20h
Portugal / Palop
Galandum Galundaina :: 21h
Portugal
Frei Fado d’el Rei :: 22h
Portugal
Xarnege :: 23h
País Basco
Costo Rico :: 24h
Catalunha
DJ Gringo da Parada :: 01h
França
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[Agenda] 02 a 09 de Julho
July 2, 2008
Extra Golden + Kotalume, Lisboa
Uma das mais excitantes bandas da pop e do rock africano da actualidade actua em Lisboa, na Zé dos Bois. Deliciem-se com o noise-benga que quenianos Onyango Wuod Omari e Opiyo Bilong e os norte-americanos Ian Eagleson e Alex Minoff executam nos álbuns “Hera Ma Nono” e “Ok-Oyot System”. Na mesma noite há ainda Kotalume,«projecto de Adilson Moreno, dedicado a produções de funaná electrónico, funaná ao estilo de erro Gaita e kizomba».
Rotas e Rituais, Lisboa
Mais uma vez, o povo cigano é tema principal de um ciclo de músicas do mundo. Depois da Fanfare Ciocarlia e de algumas estrelas do leste europeu terem ontem apresentado o álbum “Queens And Kings”, o Rotas e Rituais continua hoje com os veteranos franceses Bratsch, os cigano-punk-rockers sérvios Kal e amanhã com o flamenco luminoso, intenso e aberto à musicalidade da guitarra portuguesa e do tres cubano dos sevilhanos Son de La Frontera.
Mário Lúcio, Lisboa
Depois dos Simentera, o cantautor cabo-verdiano regressa a Lisboa para nos oferecer as canções do seu terceiro álbum (acado de sair) a solo. “Badyo” é uma atlas portátil da riqueza musical das nove ilhas cabo-verdianas. Locais onde se miscigenaram ritmos e melodias de variadíssimas tribos ocidentais (mandinga, fula, balanta, etc). Para ouvir hoje na Fnac Chiado (21h) e amanhã (no Onda Jazz).
Eurofolk 08
Toques do Caramulo, Pé Na Terra e Barca dos Castiços são os três projectos nacionais que irão competir esta segunda-feira (dia 7) por um lugar na final de Málaga concurso Eurofolk destinado a jovens bandas folk europeias. No intervalo da competição, apresentam-se os italianos Damadaká (vencedores da III edição do Eurofolk) e os espanhóis Els Groulers (que ganharam em 2007 a eliminatória realizada no seu país). No dia seguinte (8 de Julho) actuam no mesmo local os conimbricenses Ginga, vencedores da edição de 2004 do Eurofolk e cujos elementos estão ligados à organização deste concurso e os irlandeses Dervish.
Festas do Almonda, Torres Novas
Mais um óptimo cartaz nas Festividades do Almonda em Torres Novas. O auditório ao ar livre dos Jardim das Rosas recebe no primeiro dia Tito Paris e Double MP (4 de Julho), o XVII Encontro de Coros do Ribatejo, (Teatro Virgínia), o XXX Festival de Folclore de Torres Novas e os Galandum Galundaina (dia 5), Pauliteiros de Miranda, a peça de teatro Escola de Mulheres e os Melech Mechaya (dia 6), Mu e Legendary Tiger Man (dia 7), Suzanne Vega e Peixe: Avião (dia 8 ) e Deolinda e Vicious Five (dia 9).
Suzanne Vega, TMG, Guarda
Um dia depois da apresentação do repertório de “Beauty And Crime” em Torres Novas, Suzanne Vega ruma à Guarda para actuar no TMG (dia 9) em formato de trio.
Encontro de Talentos Criativos, Barreiro
O Gabinete da Juventude da Câmara Municipal do Barreiro promove no parque da cidade, nas noites de sexta-feira e sábado, mais um Encontro de Talentos Criativos que «pretende ser uma mostra de novos valores no âmbito das músicas tradicionais de vários países». No dia 4 de Julho encontram-se no palco junto ao edifício do AMAC, a partir das 21h, Semente, Alfa Arrofa, Dyabara e Kumpania Algazarra. No dia cinco, Like The Man Said, Nema Problema e Farra Fanfarra completam a programação deste ETC. Paralelamente, podem visitar no mesmo local a Feira de Artesanato Contemporâneo e a Mostra de Jovens Criadores.
Festival MUSA, Carcavelos
Este é já o 10º aniversário da Fesival Musa que ocorre esta sexta-feira e sábado na Praia de Carcavelos, com uma programação dominada pelas várias ramificações do ska, reggae, mento e orientada para um público que anda diariamente com uma prancha debaixo do braço e faz da praia o seu habitat. Na primeira noite há uma banda que todos os não-surfistas não deveriam perder. Na mesma noite, outras vibrações influenciadas pelo sol da Jamaica: Innastereo, Katharsis, The Rising Sun Experience e Saumik. No sábado, a Musa recebe a indomável troupe de ciganos romenos que, das duas últimas vezes que passaram pelo nosso país (Avante e Med de Loulé) deixaram uma pálida imagem do seu real valor. A Só esperemos que o repertório da Taraf de Haidouks seja mais festivo do que os temas que fazem parte do seu último disco “Maskarada”. À tribo selvagem dos Cárpatos juntam-se no mesmo palco Lyricson, Quais Kitir, Tsunamiz, Superme Soul e A.M.O.R.
«Beats of the Heart of Orient», Museu do Oriente
O Museu do Oriente continua a sua missão de oferecer aos lisboetas as pouco divulgadas músicas que vão do Extremo Oriente, à Ásia Central e ao Médio Oriente a uma certa bacia do Mediterrâneo. Na próxima sexta-feira, dia 4, o auditório do Museu recebe o espectáculo «Beats of the Heart of Orient», um projecto que reúne 10 artistas provenientes de vários pontos do mundo: Keyvan Chemirani, Bijane Chemirani, Maryam Chemirani (voz), Edouard Prabhu, Stelios Petrakis, Kartik Raghunathan, Henri Tournier, Sharmila Sharma (dança kathak), Manuel Gutierrez (dança flamenca) e Swati Natekar (voz).
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Planalto Mirandês geminado com a Serra do Caramulo
May 24, 2008

Os Toques do Caramulo e os Galandum Galundaina apresentam hoje no Cine-Teatro de Estarreja um espectáculo de união e de fusão de repertório que, esperemos, seja o início de uma frutuosa colaboração. Não é todos os dias que temos a oportunidade de ver dois dos mais autênticos projectos da folk nacional a partilharem o palco, as modas e a chegarem mesmo ao ponto de estabelecerem pontes de ligação Caramulo-Miranda entre “Chapéu ao Lado / Berdugal” e “Tau Tau Tau / Redondo”. E de as duas formações interpretarem em simultâneo “Cun L Chin Glin Din”, “Debaixo da Oliveira” e “Real Caninha”.
Em palco vão estar:
[Galandum Galundaina]
voz, gaita de foles mirandesa, sanfona, flauta pastoril e tamboril: Paulo Preto
Voz, bombo, gaita de foles galega, percussões tradicionais: Paulo Meirinhos
Voz, percussões tradicionais, flauta pastoril e tamboril: Manuel Meirinhos
Voz, caixa de guerra, percussões tradicionais: Alexandre Meirinhos
[Toques do Caramulo]
Arranjos, direcção musical, voz, braguesa, acordeão: Luís Fernandes
Rabeca: Aníbal Almeida
Bandolim: Gonçalo Rodrigues
Contrabaixo: Miguel Cardoso
Flauta: Lara Figueiredo
Guitarra: Francisco Almeida
Cajón, percussão: Ricardo Coutinho
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Numa casa portuguesa fica bem «bröd» e «rött vin» sobre a mesa
March 10, 2008
A Casa da Música volta a realizar um festival com grupos de inspiração na música tradicional em que mistura, este ano, não só experiência e jovialidade lusas, como também propostas do norte da Europa, já que este é o ano em que esta casa tem abertas as portas aos músicos escandinavos, ao abrigo da temática «Føcus Nórdico». “Uma Casa Portuguesa” (é assim que se chama a edição deste ano), realiza-se entre os dias 15 a 18 de Maio. Na primeira noite, RÃO KYÃO, JOSÉ PEIXOTO e RUCA REBORDÃO reúnem-se com o norueguês KARL SEGLEM (encontro já aqui anunciado há largos meses). Juntos voltam a apresentar o “Skrey Project” estreado há cerca de nove meses em Porto Covo, no 9º FMM de Sines. Ainda no primeiro dia (15 de Maio) actuam também os conimbricenses REAJEJO (a propósito, quando é que sai o próximo álbum?).
A 16 de Maio, os mirandeses GALANDUM GALUNDAINA repartem o palco da Sala Suggia com o quarteto vocal sueco KRAJA de Umeå. «O seu repertório provém, em grande parte, da tradição local de Västerbotten e de outros locais da Escandinávia, e é formado por hinos tradicionais, canções cómicas e de amor e temas de dança, em arranjos para quatro vozes que primam pela elegância e originalidade», lê-se no site da Casa Da Música.
A 17 de Maio, os TOQUES DO CARAMULO encontram-se com os finlandeses ANNA KAISA-LIEDES (que participou na edição de 2007 do festival Voz de Mulher) e TIMO VÄÄNÄNEN (inovador intérprete de kantele electrificado que se encontra neste momento a preparar um trabalho de doutoramento sobre as Faces de Väinämöinen, o herói bardo do épico Kalevala - representado na foto).
“Uma Casa Portuguesa” encerra a dia 18 de Maio com a apresentação do espectáculo “Geografias” de JÚLIO PEREIRA, SOFIA VITÓRIA e MIGUEL VERAS e com um dos principais intervenientes do escasso lote de intervenientes da folk dinamarquesa (se comparado com o sueco, finlandês ou norueguês): o duo HAUGAARD & HØIRUP que toca guitarra acústica e violino.
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Intercéltico do Porto resiste mais um ano
March 5, 2008
O Intercéltico do Porto, ferido pela ausência de apoio institucional da Câmara Municipal da Invicta (apesar de este ano ter dado uns tostões para o manter «agarrado à máquina»), resiste mais um ano e apresenta novamente um cartaz mais modesto e económico (se comparado com o Intercéltico do Terço e do Coliseu a que nos habituámos) pronto a ser degustado entre os dias 11 e 12 de Abril, conforme avança o site Divergências dedicado à música portuguesa e onde poderemos ter o prazer de ler textos de Carlos Feixa (outrora realizador e apresentador do mítico programa de rádio “Outras Músicas”, tem sido sempre ele – desde que me lembro - o «speaker» de serviço do FIP).
À semelhança do ano passado, as festividades Intercélticas, organizadas como sempre pela Discantus de Avelino Tavares, celebram-se no Cinema Batalha e distribuem-se, no primeiro dia, por um duelo entre lusitanos e irlandeses e, no segundo dia, por um mano-a-mano galaico-português. Assim sendo, o pontapé de saída desta XVII edição do Intercéltico da margem norte do Douro (parece que está a ser planeado mais um para a margem sul) é dado pelos madeirenses ENCONTROS DA EIRA. À semelhança dos XARABANDA, esta formação, que tem sofrido constantes entradas e saídas de músicos, evoluiu de forma notável nos últimos dois / três anos… a avaliar pelos temas de uma maquete recente que se podem escutar no My Space.
Da Irlanda, chegam os BEOGA (na foto) que, tal como os TÉADA que actuaram na Batalha em 2007, são uns ilustres desconhecidos, de sangue na guelra, apostados em renovar a hermética tradição local, impregnando em jigs e reels, elementos da música popular norte-americana (ou será mesmo europeia?) - old time, jazz, swing. Folk pura e dura, como sempre, muito bem tocada, a várias velocidades. A «máquina» promete estar extremamente bem oleada.
No dia seguinte, contamos com os autores de uma noite de muitas noites memoráveis. Os GALANDUM GALUNDAINA actuaram pela última vez no Intercéltico em 2005, no ano em que foi lançado «Modas I Anzonas» e que contou em palco com as participações de PACO DIEZ e MALCOLM MCMILAN. O quarteto dos irmãos MEIRINHOS de Fonte de Aldeia regressa ao FIP com alguns temas novos que devem ser gravados ainda este ano no muito esperado novo disco.
XOSÉ MANUEL BUDIÑO, ilustre virtuoso gaiteiro galego que tem misturado tradições locais e sonoridades folk do Atlântico Norte com beats electrónicos dançáveis, encerrará o Intercéltico com um repertório que, prevemos, se baseie no mais recente disco “Home” que inclui uma irmandade de estrelas como artistas convidados: MERCEDES PEÓN, JACKY MOLARD, KEPA JUNKERA e ANTON REIXA (antiga voz dos RESSENTIDOS), entre outros.
Esta XVII edição volta a estender-se à Casa das Artes com os espectáculos de GALANDUM GALUNDAINA (11 de Abril) e BEOGA (12 de Abril).
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Terra Pura 04DEZ07: GALANDUM GALUNDAINA ao vivo no Seixal
December 4, 2007
Rádio Zero - Segunda a Sexta-feira, entre as 18h às 19h. Repete no dia seguinte entre as 8h e as 9h da manhã.
Rádio Universitária do Minho - Terças-feiras, às 21h
Miróbriga - Domingos, entre as 21h e as 23h
Audição da segunda parte do espectáculo que os GALANDUM GALUNDAINA deram no Auditório Municipal do Seixal durante a recepção aos Agentes Educativos do Concelho, a 18 de Setembro de 2007.
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TERRA PURA passa segunda-parte do espectáculo de GALANDUM GALUNDAINA no Seixal
December 4, 2007
A pedido de alguns “clientes” habituais, a Terra Pura passa a segunda parte do espectáculo dos mirandeses GALANDUM GALUNDAINA registado por este vosso escriba no Auditório Municipal do Seixal, a 18 de Setembro de 2007, durante a recepção aos Agentes Educativos deste Concelho da Península de Setúbal. Como era de esperar, esta é uma actuação em que para além da genuína música de Trás-os-Montes a piscar os olhos cada vez mais ao norte e centro de Espanha, há sobretudo muita comunicação e boa disposição sempre em língua mirandesa.
Num ambiente repleto de agentes educativos, não faltaram o humor de improviso elaborado à custa do estado do ensino, nem as anedotas com vivências no Fonte da Aldeia passadas de pais para filhos.
Esta emissão especial da Terra Pura poderá ser escutada mais logo, na Rádio Zero (a partir das 18h) e na RUM de Braga (a partir das 21h) e no próximo domingo na Antena Miróbriga de Santiago do Cacém (a partir das 21h).
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O grito mirandês de ROBERTO LEAL na Terra Pura
November 13, 2007
ROBERTO LEAL editou recentemente o álbum “Canto da Terra”. Uma obra de reencontro com a raiz transmontana deste músico que viveu a maior parte da sua vida no Brasil. Durante uma hora, escutamos alguns dos temas cantados em língua mirandesa em conjunto com as quatro vozes dos GALANDUM GALUNDAINA e conversamos sobre toda a motivação que esteve por trás da gravação deste disco, já abordado neste espaço, que contou com a direcção musical de RICARDO DIAS.
Esta emissão especial da Terra de Abrigo na Terra Pura é emitida hoje na Rádio Zero (18h, repete amanhã às 8h) e na RUM de Braga (21h) e nesta sexta-feira, na Antena Miróbriga de Santiago do Cacém (23h).
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Terra Pura 13NOV07: Entrevista com ROBERTO LEAL
November 13, 2007
Rádio Zero - Segunda a Sexta-feira, entre as 18h às 19h. Repete no dia seguinte entre as 8h e as 9h da manhã.
Rádio Universitária do Minho - Terças-feiras, às 21h
Miróbriga - Domingos, entre as 21h e as 23h
Entrevista com ROBERTO LEAL a propósito do álbum “Canto da Terra” que aprofunda a costela transmontana de uma voz que se encontra em forma e com vontade de fazer um «flic-flac» na sua carreira artística.
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Terra Pura 25OUT07
October 25, 2007
Rádio Zero - Segunda a Sexta-feira 18h às 19h. Repete no dia seguinte entre as 8h e as 9h da manhã.
GALANDUM GALUNDAINA - “Fraile Cornudo” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
ROBERTO LEAL - “Dona Tresa”
GALANDUM GALUNDAINA - “Procissão” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Tamborileiro” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Nós Tenemos Muitos Nabos” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Se Teu Pai Me Dera” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
ROBERTO LEAL - “Sinhà Senhora”
GALANDUM GALUNDAINA - “Tamborileiro” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Pingacho” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Num Quiero Casa Caída” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
GALANDUM GALUNDAINA - “Redondo” [ao vivo no Aud. Mun. Seixal, 18SET07]
ROBERTO LEAL - “La Çarandilheira”
DIABO A SETE - “Chin Glin Din”
XAILE - “Neste Jardim Celeste”
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Terra Pura 24OUT07
October 24, 2007
Rádio Zero - Segunda a Sexta-feira 18h às 19h. Repete no dia seguinte entre as 8h e as 9h da manhã.
AMAN AMAN - “Scalerica de Oro”
AMAN AMAN - “Durme / Bana Yucelerden Seyreden Dilber”
LANTZ - “Aldapeko”
GALANDUM GALUNDAINA - “Fraile Cornudo” [ao vivo no Seixal]
OMIRI - “Repasseado”
MASALA SOUNDSYSTEM - “Od Tarnobrzegu po Bangladesz”
PSIO CREW - “Hajduk”
TRANSGLOBAL UNDERGROUND - “It’s a Sitar”
LITTLE COW - “Viragok a Retan”
SHANTEL - “Disco Boy”
AMSTERDAM KLEZMER BAND - “Rumania Calling”
BOOM PAM - “Let Me Touch”
FIGLI DI MADRE IGNOTA - “Caffé Turco”
DENGUE FEVER - “We Were Gonna”
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ROBERTO LEAL mergulha a fundo na tradição mirandesa
September 27, 2007
E se numa das mais importantes celebrações folk da Península Ibérica pudéssemos ver (num dos cartazes de 2008) inscrito o nome de ROBERTO LEAL? Espantados? Depois de ouvir o novo disco “Canto da Terra” diria que tudo é possível. Oriundo de Vale da Porca, Macedo de Cavaleiros, o cantor de música ligeira sobejamente conhecido pelo seu sotaque brasileiro e por êxitos da rádio de Onda Média como “Dá Cá Um Beijo” ou “Bate o Pé”, mergulhou a fundo na cultura mirandesa e apresenta-nos agora um álbum que, quem sabe, poderá ser um dos candidatos ao Prémio José Afonso de 2008. Não. Não estou a exagerar. Senão vejamos: Sabem quem é o responsável pelos arranjos e direcção artística do disco? RICARDO DIAS. Olhemos agora a lista de convidados: MANUEL ROCHA (da BRIGADA), AMADEU MAGALHÃES (já perdemos a conta aos projectos em que este multi-instrumentista que criou os REALEJO participa), GALANDUM GALUNDAINA (que cantam e tocam percussões em algumas das modas), RÃO KYAO, ANDRÉ SOUSA MACHADO e VITORINO. Além disso, há aqui também um agradecimento muito especial a MÁRIO ESTANISLAU e VICTOR FÉLIX dos RONCOS DO DIABO.
Em “Canto da Terra”, ROBERTO LEAL chega mesmo a cantar em mirandês (o escritor e estudioso Amadeu Ferreira colaborou também na pesquisa e tradução das letras) em vários temas, como “Nós Tenemos Muitos Nabos”, “Sinhá Senhora”, “Chin Glin Din”, “La Molinera” e “La Çarandilhera”. Só é pena que o trabalho gráfico da capa não tenha a sofisticação dos arranjos deste interessante lote de temas. O disco será apresentado ao vivo em breve no Casino Estoril (em data a anunciar). Eu vou!
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[reportagem FMM2007 #1] GALANDUM GALUNDAINA: força tranquila da cultura em resistência
July 21, 2007

GALANDUM GALUNDAINA | FMM Sines 2007 | Porto Covo | dia 20 de Julho | Vazio no início, bem composto no final da actuação
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Quem tem acompanhado as longíssimas noites do Castelo de Sines e da Avenida da Praia, em que as grandes enchentes não nos permitem esticar nem o dedo mindinho, nunca iria imaginar que, às 21h30, o frio e a escassa moldura humana presentes na zona da doca de pesca de Porto Covo pudessem evocar um outro local (Ilhas Faröe) a quem aí se encontrava. Em contraste com o recinto, nessa altura os veraneantes lotavam por completo as estreitas ruas da vila que olha de frente para a Ilha do Pessegueiro o que dava a entender que o grosso dos turistas ainda estava descontraidamente a atacar o paté de sardinha e a manteiga de alho num restaurante próximo (não é, turma do fórum sons?). Um quarto de hora depois, as gaitas-de-foles mirandesas, as flautas pastoris, os tamboris, não mandaram o palco de Sines abaixo porque o som ainda não estava muito alto, mas começaram a chamar os festivaleiros que, no final da actuação da jovem banda mirandesa já preenchiam de forma considerável o recinto consagrado à extensão do FMM de Porto Covo. leiamais»»»
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“Armada” portuguesa conquista México
April 19, 2007

MARENOSTRUM
GALANDUM GALUNDAINA, DAZKARIEH, MARENOSTRUM, MUSICALBI, MANUEL OLIVEIRA, LUMEN, MARGARIDA GUERREIRO e o projecto de poesia A MUSA AO ESPELHO (de JOSÉ CARLOS TINOCO) participam na semana portuguesa da quarta edição do Festival mexicano Ollin Kan, que se realiza entre 26 de Abril e 20 de Maio, na Cidade do México. Este é um mega-festival, ao nível daqueles que se realizam em países mais abastados (Europa do Norte), “das culturas em resistência” que, em 22 dias, apresentará 72 grupos internacionais, 37 nacionais que irão efectuar mais de duas centenas de espectáculos de rock, rap, flamenco, folk “celta”, son cubano, rumba, salsa, calypso, música mandinga, bossanova, tango, etc, em mais de uma dezenas de palcos / espaços tão díspares quanto auditórios em fóruns culturais, esplanadas, bosques, parques ecológicos, complexos desportivos, etc. Carlos Bartilloti, produtor e agente sediado em Matosinhos, responsável pela selecção dos projectos nacionais que partem para o México no início de Maio, responde a algumas perguntas formuladas pelas Crónicas da Terra. leia mais »»»
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Portugueses em força no IBERFOLK do Sabugal
July 21, 2006
Aí está uma prova de como se pode programar um belíssimo festival recorrendo, sobretudo, à “prata da casa”. O Iberfolk - 1º Festival Internacional de Música e Tradições do Alto Côa - realiza-se no Sabugal entre os dias 27 e 30 de Julho. Para além de concertos, promove também animações de rua, workshops de adufe e de danças tradicionais, bailes, actividades de desporto de aventura, passeios pedestres à aldeia da Malcata e um festival de acordeão e realejo.
As festividades iniciam-se quinta-feira, dia 27 de Julho, com animação de rua com gaiteiros e tocadores de bombos (a partir das 16h). À tarde haverá também um workshop de danças tradicionais europeias por ISABELE GUERBIGNY. À noite, actuam os CHUCHURUMEL e os DIABO A SETE.
No dia seguinte, sexta-feira, 28 de Julho, depois de várias actividades de desporto de aventura promovidas pela Coa Aventura (tiro com arco, escalada, slide, paint ball), mais dois bons concertos em perspectiva: o dos mirandeses GALANDUM GALUNDAINA e dos TRADERE de Castela e Leão.
A manhã de sábado, dia 30 de Julho, inicia-se com um passeio pedestre à aldeia de Malcata (10h) e com animação de rua através dos GRALLERS DE L’ACORD (Catalunha) e FOLE DE GAITAS (11h). Ao início da tarde há Jogos Tradicionais Portugueses (14h na praia fluvial), workshop de adufe pelas ADUFEIRAS DE MONSANTO (15h na praia fluvial), workshop de danças tradicionais europeias por ISABELLE GUERBIGNY
(16h na praia fluvial), animação de rua com os GRALLERS DE L’ACORD (17h na praia fluvial), Mostra de Instrumentos da Extremadura, por ENRIQUE CORDERO (18h praia fluvial), actuação do Grupo Coral e de Cantares do Sabugal (19h no castelo). À noite realiza-se o Festival de Acordeão e Tocadores de Realejo no castelo (21h). A Partir da meia-noite há baile com FOL&AR e PARASOL
O último dia, domingo 31 de Julho, começa com um passeio a Sortelha em tractor (10h). Ainda pela manhã, há animação de rua com GRALLERS DE L’ACORD (15h - praia fluvial). À tarde, nova animação de rua com os RANACATAPLANA (15h praia fluvial), novo workshop de danças tradicionais europeias por ISABELLE GUERBIGNY (17h - praia fluvial) e actuação dos Ranchos Folclóricos da Rebolosa, Vila Boa e Sortelha (18h - castelo). Os ESCUTEIROS DO SOITO marcam o início das festividades nocturnas que incluem a actuação dos veteranos TOQUE DE CAIXA e dos DAZKARIEH que, além de contarem com nova vocalista - JOANA NEGRÃO - já andam a apresentar novos temas que serão incluídos no novo álbum a ser apresentado no próximo mês de Setembro no Mosteiro dos Jerónimos.
Mais informação no blogue da Transcudânia
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GALANDUM GALUNDAINA: “QUE SEIA UN EISITO I 1 PURMEIRO DE MUITOS I BUONOS, CHENOS D’ALMA”
July 23, 2003
GALANDUM GALUNDAINA
“1 PURMEIRO”
Emiliano Toste / Mundo da Can��o
Para o bem e para o mal, as Tierras de Miranda continuam bem longe das principais redes de estradas nacionais e a piscar o olho ao vizinho de Arag�o, onde � semelhan�a desta zona raiana transmontana est� enraizada a tradi��o da fraita (flauta pastoril de tr�s orif�cios) e tamboril, tocado em simult�neo. Ir de Lisboa a Miranda do Douro � uma verdadeira aventura de pelo menos seis horas de viagem que, apesar de tudo, vale a pena ser feita. O planalto transmontano � deslumbrante. A riqu�ssima cultura, apesar vetada ao esquecimento do poder central, tem sido o baluarte da identidade de um povo culturalmente homog�neo, que tem o desplante de falar uma outra l�ngua: o mirand�s (at� existe blogue sobre o assunto). S�o os benef�cios da interioridade, que t�m preservado um fil�o precioso de gaiteiros, tamborileiros e vozes sexagen�rias e septuagen�rias, oportunamente registadas em suporte digital pela editora Sons da Terra de M�rio Correia. � profus�o de antigos mestres de cerim�nias, tem-se assistido ao interesse crescente dos jovens m�sicos pela recupera��o das mais enraizadas cultura mirandesa. No epicentro de todo este crescente orgulho regional vis�vel no rosto de uma nova gera��o de m�sicos, encontram-se os Galandum Galundaina, secundados por Lenga Lenga e pelo grupo de �rock agr�cola com mentalidade de tractor� Pica Tomilho. M�sicos de altos estudos e professores de m�sica, os Galandum Galundaina exibem todo o r�stico e pastoral de composi��es cantadas em mirand�s e tocadas com gaita de foles transmontana, tamboril, caixa de guerra, conchas de Santiago e castanholas. Em bom tempo perceberam que n�o iam a lado nenhum com as experi�ncias mais jazz�sticas de hotel, de h� uns cinco anos atr�s. Depois disso, o quarteto recuperou o seu lado genu�no e de excelentes animadores de rua (dois dos seus maiores trunfos), apostando em regar a raiz, tornando-se mais forte e consistente, do que a querer ser a folha de pl�tano que dura apenas uma Primavera. �1 Purmeiro� demonstra que os Galundum se encontram agora numa encruzilhada. Depois deste �lbum, ser� dif�cil criar um novo registo sonoro que n�o soe um pouco como uma sequela. Apesar de tudo, prefiro v�-los e ouvi-los neste registo, de prefer�ncia nas arribas do Douro e em cima de um burro.
N�s tenemos muitos nabos
N�s tenemos muitos nabos
a cozer nua panela,
nun tenemos sal nien unto
nien presunto nien bitela
Mirai qu’alforjas, mirai qu’alforjas
uas mais lhargas, outras mais gordas
uas de lhana, outras de stopa
Ls chocalhos r�gen, r�gen
ls carneiros alh� ban
an chegando a Ourri�ta Cuba
ls carneiros bulberan.
Mirai qu’alforjas, mirai qu’alforjas
uas mais lhargas, outras mais gordas
uas de lhana, outras de stopa.

Nota: Durante os dias 30 de Julho e 1 de Agosto, no arranque de mais uma edi��o do Festival Interc�ltico de Sendim, ter� oportunidade de descobrir as Terras de Miranda por aldeias, caminhos e estradas mouriscas e ouvir os Galandum Galundaina, montado num asininolocal, que acabou de merecer a protec��o da Comunidade Europeia (parab�ns pelo seu trabalho engenheira zoot�cnica Lu�sa Sam�es). O programa est� dispon�vel no s�tio dos Galandum Galundaina .
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GALANDUM GALUNDAINA: “QUE SEIA UN EISITO I 1 PURMEIRO DE MUITOS I BUONOS, CHENOS D’ALMA”
July 23, 2003
GALANDUM GALUNDAINA
“1 PURMEIRO”
Emiliano Toste / Mundo da Can??o
Para o bem e para o mal, as Tierras de Miranda continuam bem longe das principais redes de estradas nacionais e a piscar o olho ao vizinho de Arag?o, onde ? semelhan?a desta zona raiana transmontana est? enraizada a tradi??o da fraita (flauta pastoril de tr?s orif?cios) e tamboril, tocado em simult?neo. Ir de Lisboa a Miranda do Douro ? uma verdadeira aventura de pelo menos seis horas de viagem que, apesar de tudo, vale a pena ser feita. O planalto transmontano ? deslumbrante. A riqu?ssima cultura, apesar vetada ao esquecimento do poder central, tem sido o baluarte da identidade de um povo culturalmente homog?neo, que tem o desplante de falar uma outra l?ngua: o mirand?s (at? existe blogue sobre o assunto). S?o os benef?cios da interioridade, que t?m preservado um fil?o precioso de gaiteiros, tamborileiros e vozes sexagen?rias e septuagen?rias, oportunamente registadas em suporte digital pela editora Sons da Terra de M?rio Correia. ? profus?o de antigos mestres de cerim?nias, tem-se assistido ao interesse crescente dos jovens m?sicos pela recupera??o das mais enraizadas cultura mirandesa. No epicentro de todo este crescente orgulho regional vis?vel no rosto de uma nova gera??o de m?sicos, encontram-se os Galandum Galundaina, secundados por Lenga Lenga e pelo grupo de ?rock agr?cola com mentalidade de tractor? Pica Tomilho. M?sicos de altos estudos e professores de m?sica, os Galandum Galundaina exibem todo o r?stico e pastoral de composi??es cantadas em mirand?s e tocadas com gaita de foles transmontana, tamboril, caixa de guerra, conchas de Santiago e castanholas. Em bom tempo perceberam que n?o iam a lado nenhum com as experi?ncias mais jazz?sticas de hotel, de h? uns cinco anos atr?s. Depois disso, o quarteto recuperou o seu lado genu?no e de excelentes animadores de rua (dois dos seus maiores trunfos), apostando em regar a raiz, tornando-se mais forte e consistente, do que a querer ser a folha de pl?tano que dura apenas uma Primavera. ?1 Purmeiro? demonstra que os Galundum se encontram agora numa encruzilhada. Depois deste ?lbum, ser? dif?cil criar um novo registo sonoro que n?o soe um pouco como uma sequela. Apesar de tudo, prefiro v?-los e ouvi-los neste registo, de prefer?ncia nas arribas do Douro e em cima de um burro.
N?s tenemos muitos nabos
N?s tenemos muitos nabos
a cozer nua panela,
nun tenemos sal nien unto
nien presunto nien bitela
Mirai qu’alforjas, mirai qu’alforjas
uas mais lhargas, outras mais gordas
uas de lhana, outras de stopa
Ls chocalhos r?gen, r?gen
ls carneiros alh? ban
an chegando a Ourri?ta Cuba
ls carneiros bulberan.
Mirai qu’alforjas, mirai qu’alforjas
uas mais lhargas, outras mais gordas
uas de lhana, outras de stopa.

Nota: Durante os dias 30 de Julho e 1 de Agosto, no arranque de mais uma edi??o do Festival Interc?ltico de Sendim, ter? oportunidade de descobrir as Terras de Miranda por aldeias, caminhos e estradas mouriscas e ouvir os Galandum Galundaina, montado num asininolocal, que acabou de merecer a protec??o da Comunidade Europeia (parab?ns pelo seu trabalho engenheira zoot?cnica Lu?sa Sam?es). O programa est? dispon?vel no s?tio dos Galandum Galundaina .
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